AGRONEGÓCIO

Feliz Natal e um 2026 de superação e novos recordes!

Publicado em

Queridos amigos do campo, produtores, colunistas e parceiros de toda a família Pensar Agro,

Que o Natal traga luz, paz e fartura à mesa de cada um de vocês!

Nesta data tão especial, celebramos não só o nascimento do Menino Jesus, mas também a força indomável do agronegócio brasileiro que, mais uma vez em 2025, colocou o Brasil no topo do mundo.

Foi um ano de desafios épicos — choques geopolíticos, tarifas protecionistas, inflação apertando e tensões sanitárias testando nossa resiliência. Mas o agro respondeu com garra! Superamos obstáculos, diversificamos mercados, negociamos com astúcia política e confirmamos nossa liderança global em produção, exportações e sustentabilidade: mostramos musculatura técnica para virar o jogo e pavimentar o futuro.

Na Revista Pensar Agro, caminhamos para o encerramento de 2025 com números que nos enchem de orgulho: presença em 51 países e quase 12 mil acessos, consolidando-nos como referência no jornalismo agro. 

Aqui no Portal Pensar Agro, com notícias atualizadas diariamente, celebramos o posicionamento do Google que nos aponta como um dos principais portais de notícias do setor. 

Leia Também:  Fávaro chama tarifa de Trump de "indecente" e agro pressiona por reação diplomática

Que 2026 venha com ainda mais vitórias, inovação e prosperidade para o campo brasileiro!

Agradeço a cada um de vocês por fazerem parte dessa história de sucesso.

Feliz Natal e um 2026 de superação e novos recordes!

Isan Rezende

Presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mto Grosso (Feagro-MT)

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Investigação expõe disputa com China e acende alerta no mercado brasileiro

Published

on

A abertura de investigação pelo governo brasileiro sobre possível dumping nas importações de proteína de soja chinesa ocorre em paralelo a um cenário mais amplo de tensão comercial envolvendo o principal produto do agronegócio nacional: a soja em grão. Embora o foco formal da apuração seja um derivado específico, o movimento expõe o grau de sensibilidade da relação comercial entre Brasil e China, destino de mais de 70% das exportações brasileiras do complexo soja.

O Brasil embarca anualmente entre 95 milhões e 105 milhões de toneladas de soja em grão, dependendo da safra, consolidando-se como o maior exportador global. Desse total, a China absorve a maior parte, com compras que frequentemente superam 70 milhões de toneladas por ano. Trata-se de uma relação de alta dependência: para o Brasil, a China é o principal comprador; para os chineses, o Brasil é o principal fornecedor.

O problema é que esse fluxo não é livre de mecanismos de controle. A China opera com um sistema indireto de regulação das importações, baseado principalmente em licenças, controle de esmagamento e gestão de estoques estratégicos. Na prática, isso funciona como uma espécie de “cota informal”. O governo chinês pode reduzir ou ampliar o ritmo de compras ao liberar menos ou mais permissões para importadores e indústrias locais.

Leia Também:  MCT: produtores rurais lançam movimento para defender propriedades rurais produtivas

Esse mecanismo ficou evidente nos últimos ciclos. Em momentos de margens apertadas na indústria chinesa de esmagamento, quando o farelo e o óleo não compensam o custo da soja importada, o país desacelera as compras. O resultado é imediato: pressão sobre os prêmios nos portos brasileiros e maior volatilidade de preços.

Além disso, há um fator estrutural. A China vem buscando diversificar fornecedores e reduzir riscos geopolíticos. Mesmo com a forte dependência do Brasil, o país mantém canais ativos com os Estados Unidos e outros exportadores, utilizando o volume de compras como ferramenta de negociação comercial.

No caso específico da proteína de soja, produto industrializado voltado principalmente à alimentação humana, o impacto direto sobre o produtor rural tende a ser limitado. Ainda assim, a investigação conduzida pela Secretaria de Comércio Exterior, ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, sinaliza um endurecimento na política comercial brasileira em relação à China, ainda que pontual.

O processo analisa indícios de venda a preços abaixo do custo de produção, prática conhecida como dumping, no período entre julho de 2024 e junho de 2025. Caso seja confirmada, o Brasil pode aplicar tarifas adicionais por até cinco anos.

Leia Também:  Preços do milho seguem em alta, mesmo com safra recorde prevista

O ponto de atenção é que, embora tecnicamente restrita, qualquer medida nessa direção exige calibragem. A China é, de longe, o maior cliente da soja brasileira e um dos principais destinos de produtos do agronegócio como carne bovina e de frango. Movimentos comerciais, mesmo que setoriais, são acompanhados de perto pelo mercado.

Para o produtor, o cenário reforça um ponto central: o preço da soja no Brasil não depende apenas de oferta e demanda internas, mas de decisões estratégicas tomadas em Pequim. Ritmo de compras, gestão de estoques e margens da indústria chinesa seguem sendo os principais determinantes de curto prazo.

Na prática, a investigação atual não muda o fluxo da soja em grão, mas escancara a dependência brasileira de um único mercado e o grau de exposição a decisões comerciais externas.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA