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Genética garante o sucesso da pecuária de alto desempenho

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O melhoramento genético do gado desempenha um papel crucial na modernização da pecuária, permitindo selecionar e reproduzir animais com características desejáveis. Através da manipulação genética, os produtores têm a oportunidade de aprimorar o desempenho dos rebanhos, obtendo animais mais produtivos, resistentes e adaptados ao ambiente em que são criados.

Essa técnica utiliza conhecimentos de genética e seleção para melhorar características essenciais dos animais, como ganho de peso mais rápido, qualidade da carne e eficiência alimentar. A seleção criteriosa dos reprodutores com base no desempenho e em informações genéticas possibilita aprimorar o rebanho de forma mais eficiente.

O aprimoramento genético não só aumenta a produtividade dos animais, seja em termos de leite, carne ou outros produtos, como também proporciona vantagens ambientais. Animais geneticamente superiores tendem a utilizar de forma mais eficiente os recursos disponíveis, o que resulta em menor quantidade de gases de efeito estufa emitidos e contribui para um manejo mais sustentável.

Além disso, a seleção genética permite que sejam desenvolvidos animais adaptados a condições ambientais específicas, reduzindo perdas e aumentando a eficiência da produção em diferentes regiões.

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A qualidade dos produtos também é beneficiada pelo melhoramento genético, permitindo aprimorar aspectos como o acabamento de carcaça, atendendo às demandas dos consumidores por alimentos de melhor qualidade e nutrição.

A pesquisa e a adoção de técnicas sustentáveis na pecuária são essenciais. A genotipagem precoce dos animais fornece dados valiosos para pesquisas em parceria com universidades e instituições como a Embrapa, buscando identificar fatores que contribuam para maior produtividade e eficiência na produção.

A busca por produzir de forma sustentável na pecuária é crucial não apenas para a preservação do meio ambiente, mas também para reduzir custos. A harmonia com a natureza traz benefícios econômicos, utilizando suas forças a favor da produtividade e do sucesso na atividade agropecuária.

Fonte: Pensar Agro

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Com prazo do ITR no fim, produtores pedem mais 15 dias para declarar

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A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) pediu à Receita Federal que prorrogue por 15 dias o prazo de entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026. A entidade afirma ter recebido relatos de travamentos, lentidão e dificuldade para concluir o envio. Até agora, o pedido não mudou o calendário: o prazo termina nesta quarta-feira (30.09), às 23h59, no horário de Brasília.

A solicitação foi encaminhada por ofício na segunda-feira (28). Segundo a Faep, parte dos problemas atingiu proprietários de imóveis rurais com mais de 100 hectares, que inicialmente precisavam preencher a declaração pelo serviço online. Inconsistências em dados cadastrais que não eram recuperados pelo sistema dificultaram a conclusão do procedimento, afirma a entidade.

Em 21 de setembro, a Receita passou a permitir que esses contribuintes também utilizassem o Programa ITR 2026, instalado no computador. Para a federação, a abertura dessa alternativa a poucos dias do vencimento reforça a necessidade de conceder mais tempo a quem encontrou dificuldades na plataforma.

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“Os produtores precisam de condições para cumprir essa obrigação. A lentidão no sistema e a mudança nas opções de entrega nos últimos dias justificam a prorrogação”, afirmou o presidente da Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Enquanto não houver anúncio oficial de prorrogação, o produtor deve considerar o prazo de 30 de setembro. Quem ainda não entregou a declaração pode consultar as orientações para declarar o ITR e evitar multa publicadas ontem pelo Pensar Agro (clique aqui).

A entrega fora do prazo sujeita o contribuinte a multa de 1% ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido, respeitado o mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence nesta quarta-feira. A Receita ainda não anunciou mudança para nenhum desses vencimentos.

Fonte: Pensar Agro

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