AGRONEGÓCIO

GreenFarm 2024: sustentabilidade e inovação no agronegócio em Cuiabá

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A GreenFarm – Feira Internacional do Agronegócio, será realizado em Cuiabá (MT) semana que vem, entre os dias 12 e 14. Com a participação de renomados especialistas e a presença de importantes players do mercado, o GreenFarm 2024 promete ser um marco no calendário do agronegócio brasileiro. A expectativa é que o evento contribua significativamente para a disseminação de práticas sustentáveis e inovadoras, impulsionando o desenvolvimento do setor de forma equilibrada e responsável.

Este evento internacional tem como tema principal a sustentabilidade agroambiental, inovação e novas tecnologias, e visa unificar especialistas, produtores rurais, empresários do setor e representantes das mais diversas cadeias produtivas. O objetivo é promover a geração de negócios de forma estratégica, com foco em soluções práticas e viáveis para otimizar a produção em diversas áreas.

O GreenFarm 2024 contará com uma programação diversificada, incluindo:

  • Exposição de Tecnologia: Apresentação de inovações em agricultura de precisão e conectividade.
  • Experience: Um grande evento com exposição de animais, leilões, rodada de negócios, workshops com expositores e stands das mais diversas marcas e negócios do agro nacional.
  • Leilões: Serão realizados cinco leilões durante os três dias de evento, com mais de 150 animais apresentados e negociados. Desses, 110 são equinos e muares, e 40 são bovinos da raça Nelore P.O. Os leilões serão híbridos, permitindo negociações tanto virtuais quanto presenciais. Empresas como Embryofarm, 3K Barrel Edition, Genética Conquista, Green Farm Muares e Haras 3K colocarão à venda animais de elite e o que há de melhor em seus rebanhos.
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O evento será realizado em um espaço com infraestrutura completa, incluindo wi-fi gratuito, pontos de hidratação, praça de alimentação e outras comodidades para garantir o conforto dos participantes. Além disso, o GreenFarm 2024 contará com diversas atrações culturais e um festival de carnes nobres, destacando a qualidade inigualável da carne brasileira.

O principal objetivo do GreenFarm 2024 é unificar especialistas de todas as comunidades envolvidas no agronegócio, promovendo a troca de conhecimentos e experiências. O evento busca criar um ambiente propício para a geração de negócios, com foco em práticas sustentáveis que possam ser implementadas de forma prática e viável pelos produtores.

Informações: www.greenfarmbrasil.com.br

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Crédito ao agro pode atingir R$ 652 bilhões, mas esbarra em limites fiscais

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As negociações para o Plano Safra 2026/27 avançam em meio a discussões sobre o espaço fiscal disponível para subsidiar o crédito rural. A proposta em análise pelo governo prevê ampliar em cerca de 10% os recursos destinados ao financiamento da agropecuária, elevando o montante total para R$ 652 bilhões, além de reduzir em até dois pontos percentuais as taxas de juros para médios e grandes produtores.

Os números ainda estão em discussão entre os ministérios da Agricultura, da Fazenda e do Desenvolvimento Agrário e podem sofrer alterações antes do anúncio oficial, previsto para o início de julho. A principal incógnita é a capacidade do Tesouro Nacional de suportar os custos da equalização dos juros em um cenário de restrições orçamentárias.

Na safra atual, foram disponibilizados R$ 594,4 bilhões para pequenos, médios e grandes produtores. Desse total, R$ 516,2 bilhões foram destinados à agricultura empresarial. A proposta em análise é elevar esse montante para perto de R$ 570 bilhões na temporada 2026/27.

A discussão sobre os juros é considerada o ponto mais sensível das negociações. Caso a proposta seja integralmente atendida, as taxas para médios e grandes produtores poderão cair para cerca de 8% ao ano nas operações de custeio e para até 6,5% em algumas linhas de investimento. Na safra 2025/26, as taxas variaram entre 10% e 14% nas linhas de custeio da agricultura empresarial.

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A possibilidade de redução das taxas depende do início do ciclo de queda da Selic e do espaço fiscal disponível para a equalização dos juros. O mecanismo é utilizado pelo governo para cobrir a diferença entre o custo de captação das instituições financeiras e a taxa efetivamente paga pelos produtores.

Outra frente das negociações envolve os limites para os spreads bancários. A equipe econômica decidiu manter tetos para o custo administrativo e tributário cobrado pelas instituições financeiras nas operações com recursos equalizados. A medida busca evitar aumento excessivo do custo final do crédito e reduzir a pressão sobre os gastos públicos com subsídios.

No custeio empresarial, por exemplo, o limite para o spread foi fixado em 4,7% ao ano. Quanto maior esse percentual, maior tende a ser o desembolso da União para sustentar as taxas subsidiadas.

A estratégia ocorre em um momento em que instrumentos privados de financiamento ganham espaço no campo. Entre julho de 2025 e maio de 2026, as operações realizadas por meio de Cédulas de Produto Rural (CPRs) e recursos livres movimentaram cerca de R$ 170 bilhões. Os títulos privados passaram a integrar os números do Plano Safra recentemente e vêm compensando parte da retração observada nas linhas tradicionais de crédito.

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Na agricultura familiar, a expectativa é de manutenção das taxas de juros entre 2% e 6% ao ano. O volume de recursos para o segmento poderá chegar a R$ 82 bilhões, alta de cerca de 5% em relação aos R$ 78,2 bilhões disponibilizados na temporada atual.

Os desembolsos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) indicam forte demanda pelos recursos. Até maio, os produtores familiares haviam contratado R$ 60,9 bilhões, o equivalente a quase 80% do total disponível para a safra em curso.

A definição do Plano Safra 2026/27 ocorre em um ambiente de custos financeiros ainda elevados e de crescente demanda por recursos para sustentar a expansão da produção agrícola. O desafio do governo será ampliar a oferta de crédito e, ao mesmo tempo, preservar o equilíbrio das contas públicas em um cenário de restrições fiscais.

A expectativa é que os números finais sejam anunciados no início de julho, quando também deverão ser definidos os volumes de recursos e as taxas de juros para a agricultura empresarial e para os programas voltados à agricultura familiar.

Fonte: Pensar Agro

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