AGRONEGÓCIO

Intempéries climáticas impulsiona mercado de fisioativadores e fertilizantes especiais

Publicado em

O fenômeno climático El Niño tem trazido condições extremas ao país, com chuvas intensas no Sul e altas temperaturas no restante do país. Esses eventos representam um risco significativo para as plantas, impactando seu crescimento devido ao desequilíbrio hídrico no solo e dificuldades na absorção de nutrientes vitais.

Para mitigar esses desafios, os chamados “fisioativadores” surgem como uma estratégia essencial. Estes produtos, estimulam naturalmente as plantas a produzirem hormônios fundamentais para seu crescimento, promovendo resistência ao estresse ambiental e otimizando o uso de nutrientes.

No ciclo inicial de cultivos como soja, milho e algodão, cuidados com as sementes são vitais. Além da escolha de variedades resistentes ao estresse, investir em soluções como o Biozyme, que favorece o enraizamento e regulação hormonal, é crucial para garantir maior resistência à escassez de água.

Durante o crescimento vegetativo, estresses climáticos podem reduzir a produtividade. Nesse contexto, produtos como o Foltron Plus são fundamentais para o manejo antiestresse, agindo como antioxidantes, melhorando a produção de energia e acelerando a recuperação das plantas.

Leia Também:  Novo marco ambiental é avanço histórico para destravar o Brasil, afirma Isan Rezende

O mercado de fertilizantes especiais, incluindo os fisioativadores, está em ascensão, em 2022 cresceu mais de 33%, refletindo a busca por soluções sustentáveis na produção alimentar.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Programa que reduziu roubos no campo enfrenta gargalo de comunicação

Published

on

Responsável por um dos programas de policiamento rural mais abrangentes do País, o Paraná enfrenta um gargalo tecnológico que ameaça limitar os resultados obtidos nos últimos anos. Apesar da redução de 34,6% nos roubos em propriedades rurais desde 2022, as viaturas da Patrulha Rural da Polícia Militar ainda operam sem conexão via satélite em grande parte das áreas mais remotas do Estado, dificultando a comunicação em regiões sem cobertura de telefonia ou internet.

O problema afeta um programa que reúne 37.362 propriedades cadastradas e mais de 24,6 mil propriedades certificadas. Em 2025, testes realizados pelo próprio governo estadual em Londrina e Tamarana demonstraram a viabilidade do uso de internet via satélite nas viaturas, permitindo comunicação estável mesmo durante os deslocamentos por estradas rurais. Mais de um ano depois, porém, a tecnologia ainda não foi incorporada ao sistema.

A demora levou a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) a cobrar prioridade para a implantação do serviço nas equipes que atuam no campo. A entidade argumenta que a falta de conectividade compromete a capacidade de resposta da polícia justamente nas regiões mais afastadas dos centros urbanos.

Leia Também:  Exportações de carne suína geraram mais de R$ 6 bilhões até abril

“O trabalho da Patrulha Rural é fundamental para a segurança no campo, mas ainda existe um problema que precisa ser resolvido. Em muitas regiões, o produtor não consegue contato com a polícia em situações de emergência porque não há sinal de telefonia ou internet. A tecnologia é indispensável para reduzir essa distância”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Segundo a Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, os testes realizados em 2025 apresentaram resultados considerados positivos e o relatório técnico foi encaminhado à Secretaria de Segurança Pública (Sesp). Em nota, a pasta informou que a Polícia Militar realiza levantamentos para equipar as viaturas da Patrulha Rural, Polícia Ambiental, Batalhão de Fronteira e Polícia Rodoviária, entre outras unidades.

Para Meneguette, os investimentos em conectividade deveriam priorizar o meio rural, onde as limitações de comunicação são maiores.

“Pela própria dimensão territorial, é impossível manter equipes em todos os locais com rapidez. Por isso, a comunicação é uma ferramenta estratégica. O Paraná construiu um modelo de segurança rural que se tornou referência para outros Estados, mas é preciso avançar em tecnologia para garantir que esse sistema continue eficiente”, diz.

Leia Também:  STF derruba o Marco Temporal por 9 votos a 2

A discussão ocorre em um momento em que a criminalidade no campo exige respostas cada vez mais rápidas e em que Estados produtores buscam ampliar o uso de tecnologias de monitoramento e comunicação nas áreas rurais. Especialistas em segurança pública avaliam que a conectividade tende a se tornar um dos principais pilares do policiamento rural nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA