AGRONEGÓCIO

Ministro da Agricultura destaca comprometimento com o desenvolvimento sustentável

Publicado em

O Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou o compromisso dos produtores brasileiros com a sustentabilidade em um cenário de expressivos investimentos estrangeiros. Segundo Fávaro, o Brasil se destaca como um mercado atrativo e vigoroso, sendo o terceiro maior receptor de investimentos estrangeiros no mundo.

O Brasil está rumando em direção ao desenvolvimento sustentável por meio de políticas públicas que buscam impulsionar a geração de renda e emprego, reduzir disparidades sociais e reforçar o compromisso com a preservação ambiental. O país demonstra um firme compromisso com a atração de investimentos, o aprimoramento da competitividade de seus produtos nacionais e o estímulo às exportações.

Com um montante de US$85 bilhões, o país lidera na América Latina, registrando um aumento considerável de quase 70% em comparação aos US$50 bilhões recebidos em 2021.

Fávaro ressaltou que essa representativa cifra reflete não apenas a potencialidade do mercado brasileiro, mas também o comprometimento dos produtores do país com práticas sustentáveis. Ele destacou a importância dessa abordagem em um contexto global, reconhecendo a necessidade de aliar crescimento econômico à responsabilidade ambiental.

Leia Também:  Agrotrês promete impulsionar o agronegócio de Três Corações

O Ministro salientou a relevância de promover a produção de alimentos de qualidade e sustentáveis, ressaltando o papel essencial dos agricultores e pecuaristas brasileiros nesse contexto. Afirmou que o país pode desempenhar um papel crucial no alcance de um mundo sem fome, mantendo o equilíbrio com o meio ambiente.

Essa declaração ocorreu em um momento em que o país se destaca no cenário internacional como um polo de investimentos, fortalecendo não apenas a economia, mas também a reputação dos produtores brasileiros no que se refere à prática sustentável.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Conferência internacional coloca etanol de milho no centro da estratégia do agro

Published

on

A 3ª edição da Conferência Internacional sobre Etanol de Milho, promovida pela União Nacional do Etanol de Milho em parceria com a Datagro, ocorre nesta quinta-feira (16.04), em Cuiabá (MT), reunindo produtores, indústrias, investidores e autoridades para discutir o avanço de uma das cadeias mais dinâmicas do agronegócio brasileiro.

A escolha de Mato Grosso como sede reforça o peso do estado no setor. Hoje, a maior parte das usinas de etanol de milho em operação no Brasil está concentrada na região, impulsionada pela grande oferta de grãos e pela necessidade de agregar valor à produção local.

Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e Plínio Nastari presidente da Datagro na abertura da Conferencia 

O evento está sendo realizado em um momento de expansão acelerada da indústria. A produção brasileira de etanol de milho deve superar 8 bilhões de litros na safra 2025/26, consolidando o país como um dos principais polos globais dessa tecnologia. O crescimento vem sendo sustentado pelo modelo de usinas flex, que operam com milho e cana, garantindo maior eficiência e uso contínuo da capacidade industrial.

Leia Também:  BNDES libera R$ 1 bi para produtores rurais cooperados de todo o país, vítimas de cheias e secas

A conferência reúne lideranças do setor para discutir desde avanços tecnológicos até desafios estruturais, como logística, financiamento e políticas públicas. Também estão na pauta as tendências do mercado internacional e o papel do Brasil na transição energética, com destaque para os biocombustíveis.

Outro ponto central do debate é a integração entre agricultura e indústria. O etanol de milho passou a funcionar como uma alternativa relevante de demanda para o produtor, reduzindo a dependência das exportações e contribuindo para maior estabilidade de preços, especialmente em anos de safra elevada.

Além do combustível, a cadeia também gera coprodutos com forte impacto econômico, como o DDG/DDGS, utilizado na alimentação animal, que tem ampliado a competitividade da pecuária, sobretudo em regiões produtoras.

Para o produtor rural, o avanço desse modelo representa uma mudança estrutural. A industrialização dentro do próprio estado encurta distâncias, reduz custos logísticos e cria novas oportunidades de renda, transformando o milho em matéria-prima não apenas de exportação, mas de energia e proteína.

Ao reunir os principais agentes da cadeia, a conferência busca alinhar estratégias e consolidar o papel do etanol de milho como vetor de crescimento do agro brasileiro nos próximos anos — com impacto direto sobre demanda, preços e agregação de valor no campo.

Leia Também:  Após eleições dólar opera em queda de 2,66%

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA