AGRONEGÓCIO

Sealba Show se encerra hoje em Itabaiana, Sergipe

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Termina nesta sábado (03.02), a terceira edição do Sealba Show, a feira agropecuária sediada em Itabaiana/SE, que teve início no dia 31 de janeiro. O evento, que atraiu cerca de 50 mil visitantes de Sergipe, Alagoas e Bahia, proporcionou quatro dias intensos de exploração das últimas tendências do agronegócio, tecnologia, networking, troca de experiências, inovação e oportunidades de conhecimento.

A Associação dos Engenheiros Agrônomos de Sergipe (AEASE) desempenhou um papel significativo na feira, solidificando sua presença em parceria com a Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea (MÚTUA). Durante o evento, a AEASE ocupou um estande, recebendo associados e engenheiros agrônomos interessados em conhecer os benefícios oferecidos pela MÚTUA e em fazer parte dessa entidade representativa.

Na programação deste sábado, está o Encontro do Agro com os Jovens para discutir inteligência financeira na carreira agropecuária, com o consultor financeiro Erasmo Vieira. Além disso, centenas de estantes estarão abertos para venda de inúmeros produtos, desde artesanatos a grande maquinários agrícolas.

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Com mais de sete décadas de história na defesa da classe agronômica em Sergipe, a AEASE não apenas marcou presença no Sealba Show, mas também proporcionou uma oportunidade para os profissionais da área explorarem seus serviços e benefícios.

A feira, realizada no Parque Cunha Menezes, localizado na BR-235, Km 61, ocupa uma área de 70.000m². Nesta edição, a praça de alimentação foi expandida, contando com dois restaurantes centrais e estacionamentos mais amplos. Durante estes quatro dias, os visitantes tiveram acesso aos produtos e serviços oferecidos por mais de 160 marcas expositoras, além da oportunidade de participar de palestras técnicas, cursos e treinamentos.

A denominação Sealba é uma organização territorial formada por 171 municípios dos estados de Sergipe, Alagoas e o nordeste da Bahia, por isso a junção das siglas dos três estados.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Valor da produção agropecuária atinge R$ 1,4 trilhão em maio

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Mato Grosso manteve a liderança nacional do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em maio de 2026, com faturamento estimado em R$ 213,5 bilhões, o equivalente a cerca de 15% de toda a produção agropecuária do País, segundo dados da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça o peso do estado como principal polo do agronegócio brasileiro, puxado sobretudo pela soja e pelo milho.

O resultado estadual ocorre em um cenário de VBP nacional ainda elevado, de R$ 1,4 trilhão, embora com recuo de 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No caso mato-grossense, a liderança se mantém mesmo diante da queda de preços de commodities relevantes no mercado internacional, que impactaram o ritmo de crescimento do indicador em diversas regiões do País.

A força de Mato Grosso no ranking nacional está diretamente associada à concentração de grandes lavouras mecanizadas e à escala de produção de grãos, com destaque para a soja, que segue como principal produto do agronegócio brasileiro em geração de receita, seguida por milho, cana-de-açúcar, café e algodão.

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No recorte estadual, a participação de Mato Grosso reflete também o peso do Centro-Oeste na formação do VBP nacional, região que concentra parte significativa da produção de grãos destinada à exportação. O estado atua como principal origem da soja embarcada para o mercado externo e como um dos maiores fornecedores de milho safrinha do País.

Apesar do desempenho positivo no ranking, o cenário nacional mostra heterogeneidade entre os produtos agropecuários. Enquanto algumas culturas registraram forte retração de preços, como cacau, laranja e arroz, outras apresentaram crescimento, com destaque para batata-inglesa, feijão, mandioca e tomate, segundo o levantamento do Mapa.

Na pecuária, o VBP nacional também apresentou leve queda, influenciado por recuos em segmentos como suínos, frango, ovos e leite, enquanto a bovinocultura registrou avanço e se manteve como principal atividade do setor. Esses movimentos ajudam a explicar a desaceleração do indicador agregado, apesar do patamar ainda elevado de faturamento no campo.

O VBP é calculado mensalmente pelo Ministério da Agricultura com base nas estimativas de produção e nos preços recebidos pelos produtores rurais, funcionando como um termômetro do faturamento bruto gerado dentro das propriedades agrícolas. Os dados de 2026 são preliminares e refletem as informações disponíveis até maio.

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Fonte: Pensar Agro

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