AGRONEGÓCIO

Sergipe realiza a Sealba Show 2024 na próxima quarta

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Começa na próxima quarta-feira (31.01) a terceira edição do maior evento do agronegócio da região Sealba (Sergipe, Alagoas e Bahia), o Sealba Show 2024. O evento será segue até o dia 3 de fevereiro, no Parque Cunha Menezes, em Itabaiana (SE).

Realizado pela Federação de Agricultura e Pecuária de Sergipe (FAESE), o Sealba Show reúne as maiores empresas de máquinas, implementos, insumos, veículos e serviços em um ambiente de negócios diferenciado. A edição 2023, por exemplo, superou as expectativas em diversos aspectos, a começar pelo público de 45 mil visitantes, mais de 160 grandes marcas nacionais e internacionais, além de R$ 220 milhões em volume de negócios.

Entre as novidades da edição 2024 está a ampliação da área do evento, que passa a contar com 70 mil m² de planta. A área de estacionamento dos expositores também será maior e terá 500 vagas. O mesmo ocorre com o estacionamento voltado aos visitantes que contará com 2 mil vagas em 2024.

O público também terá à disposição praça de alimentação ampliada, além de dois restaurantes centrais. A área de inovação contará, ainda, com stands mais confortáveis para os expositores e maior variedade de serviços deste segmento, que serão oferecidos ao público durante os dias de evento.

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“Estamos com 80% dos espaços comercializados e muitos dos nossos expositores já estão conosco desde a primeira edição, além é claro de marcas, que em 2024, participarão pela primeira vez conosco, após grande espera para conquistar uma vaga. Com uma planta diferenciada de 70 mil m², nosso objetivo é dar mais conforto e visibilidade aos expositores, que terão três ruas centrais, uma a mais que na edição anterior do evento. Assim, o público terá acesso facilitado, já que as vias contemplam desde o portão de entrada até o final da feira. Outro destaque é a área de máquinas e implementos, que também foi reordenada e ampliada, para que expositores e público tenham mais comodidade”, destaca Gladson Silva, coordenador de infraestrutura do Sealba Show.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Enquanto EUA anunciam tarifas, China abre mercado para a carne brasileira

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No mesmo momento em que os Estados Unidos ampliam as ameaças tarifárias contra produtos brasileiros, a China enviou um sinal na direção oposta. O governo chinês anunciou nesta terça-feira (02.05) o reconhecimento de todo o território brasileiro como livre de febre aftosa sem vacinação, decisão que elimina as últimas restrições sanitárias sobre estados do Norte do país e abre caminho para ampliar as exportações de carne bovina e suína ao principal mercado consumidor do mundo.

A medida tem peso estratégico para o agronegócio brasileiro. A China é o maior comprador mundial de carne bovina e absorve mais da metade de toda a carne bovina exportada pelo Brasil. Apenas no primeiro trimestre deste ano, os chineses importaram quase R$ 16,5 bilhões em carnes brasileiras, demonstrando a dimensão do mercado para a pecuária nacional.

O reconhecimento encerra uma negociação que se arrastava há mais de duas décadas e uniformiza o status sanitário brasileiro perante as autoridades chinesas. Na prática, produtos que enfrentavam limitações em razão das restrições aplicadas a determinadas regiões do país passam a ter acesso ampliado ao mercado asiático. Entre os principais beneficiados estão carnes com osso, miúdos e outros produtos de maior valor agregado, segmentos que tradicionalmente encontram forte demanda na China.

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A decisão ocorre em um momento particularmente relevante para a pecuária nacional. Nos últimos meses, frigoríficos e exportadores brasileiros vinham buscando ampliar sua participação no mercado chinês, inclusive com pedidos de habilitação de novas plantas exportadoras e negociações para aumento de volumes embarcados.

A importância da China para o campo brasileiro vai muito além da pecuária. No ano passado, o país asiático comprou mais de R$ 275 bilhões em produtos do agronegócio brasileiro, mantendo-se com ampla folga como o principal destino das exportações do setor.

Para a pecuária, o anúncio representa uma vitória ainda mais significativa porque reforça a credibilidade sanitária brasileira justamente quando diversos países endurecem exigências para importação de proteínas animais. O reconhecimento chinês funciona como um aval à estrutura de vigilância sanitária e defesa agropecuária construída pelo Brasil ao longo dos últimos anos.

A sinalização também ganha relevância diante do cenário internacional. Enquanto Washington discute novas sobretaxas que podem atingir parte das exportações brasileiras, Pequim amplia o acesso para um mercado de mais de 1,4 bilhão de consumidores e reforça sua posição como principal destino da proteína animal produzida no Brasil. Para o setor pecuário, a mensagem é clara: se de um lado surgem barreiras comerciais, do outro o maior comprador de carne do planeta está abrindo ainda mais espaço para o produto brasileiro.

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Fonte: Pensar Agro

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