AGRONEGÓCIO

Soja se firma como o ativo agrícola mais importante já produzido no Brasil

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A soja é considerada o ativo agrícola mais importante produzido no Brasil atualmente. A posição desse grão frente ao mercado brasileiro foi conquistada em função do longo processo de expansão da cultura e investimento maciço em tecnologias e técnicas de cultivo realizado nas últimas décadas.

Em função desse processo, o país conseguiu expandir suas fronteiras agrícolas, aumentar a cadeia produtiva de soja, tornar o processo de produção mais eficiente e melhorar o volume e a qualidade da produção. Como consequência, a produção anual brasileira aumentou mais de 500% nos últimos 30 anos, ultrapassando a marca de 130 milhões de toneladas de soja.

Esse cenário transformou o Brasil no maior produtor mundial desse grão, aumentando sua importância no mercado internacional de commodities agrícolas e influenciando nos números da balança comercial brasileira.

Além de beneficiar o país, os produtores rurais que investem no cultivo de soja também obtêm várias vantagens, como o aumento da sua renda. A depender da safra e da região de cultivo, o produtor pode lucrar em torno de R$ 1.500,00 por hectare de soja plantada.

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Graças a essa lucratividade e ao investimento na estrutura do complexo de soja, até mesmo as regiões produtoras são beneficiadas, aumentando a renda e a qualidade de vida de seus moradores.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Conferência internacional coloca etanol de milho no centro da estratégia do agro

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A 3ª edição da Conferência Internacional sobre Etanol de Milho, promovida pela União Nacional do Etanol de Milho em parceria com a Datagro, ocorre nesta quinta-feira (16.04), em Cuiabá (MT), reunindo produtores, indústrias, investidores e autoridades para discutir o avanço de uma das cadeias mais dinâmicas do agronegócio brasileiro.

A escolha de Mato Grosso como sede reforça o peso do estado no setor. Hoje, a maior parte das usinas de etanol de milho em operação no Brasil está concentrada na região, impulsionada pela grande oferta de grãos e pela necessidade de agregar valor à produção local.

Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e Plínio Nastari presidente da Datagro na abertura da Conferencia 

O evento está sendo realizado em um momento de expansão acelerada da indústria. A produção brasileira de etanol de milho deve superar 8 bilhões de litros na safra 2025/26, consolidando o país como um dos principais polos globais dessa tecnologia. O crescimento vem sendo sustentado pelo modelo de usinas flex, que operam com milho e cana, garantindo maior eficiência e uso contínuo da capacidade industrial.

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A conferência reúne lideranças do setor para discutir desde avanços tecnológicos até desafios estruturais, como logística, financiamento e políticas públicas. Também estão na pauta as tendências do mercado internacional e o papel do Brasil na transição energética, com destaque para os biocombustíveis.

Outro ponto central do debate é a integração entre agricultura e indústria. O etanol de milho passou a funcionar como uma alternativa relevante de demanda para o produtor, reduzindo a dependência das exportações e contribuindo para maior estabilidade de preços, especialmente em anos de safra elevada.

Além do combustível, a cadeia também gera coprodutos com forte impacto econômico, como o DDG/DDGS, utilizado na alimentação animal, que tem ampliado a competitividade da pecuária, sobretudo em regiões produtoras.

Para o produtor rural, o avanço desse modelo representa uma mudança estrutural. A industrialização dentro do próprio estado encurta distâncias, reduz custos logísticos e cria novas oportunidades de renda, transformando o milho em matéria-prima não apenas de exportação, mas de energia e proteína.

Ao reunir os principais agentes da cadeia, a conferência busca alinhar estratégias e consolidar o papel do etanol de milho como vetor de crescimento do agro brasileiro nos próximos anos — com impacto direto sobre demanda, preços e agregação de valor no campo.

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Fonte: Pensar Agro

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