AGRONEGÓCIO

Uso de bioinsumos deve ultrapassar 20% de expansão em 2025

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O mercado de bioinsumos no Brasil, que inclui tecnologias como biofungicidas e solubilizadores de nutrientes, segue em rápida expansão e deve alcançar uma taxa de crescimento superior a 20% em 2025, conforme especialistas do setor. Durante o 2º Workshop ANPII Bio de Inteligência de Mercado, realizado pela Associação Nacional de Promoção e Inovação da Indústria de Biológicos (ANPII Bio), foram discutidas as principais tendências desse segmento, que tem se tornado cada vez mais acessível aos produtores, independentemente do porte de suas propriedades.

Os bioinsumos têm se destacado por sua capacidade de substituir produtos químicos e fertilizantes minerais, com benefícios tanto para a saúde do solo quanto para a sustentabilidade da produção agrícola. Tecnologias como biofungicidas, bionematicidas e bioinseticidas vêm conquistando os produtores por promoverem uma maior absorção de nutrientes pelas culturas, além de reduzir as perdas causadas por doenças. Esses produtos têm se mostrado eficazes na proteção das lavouras, melhorando a produtividade e o equilíbrio ambiental.

Apesar do crescimento acelerado, o setor ainda enfrenta desafios, como a necessidade de maior capacitação técnica dos agricultores e a implementação de regulamentações específicas para novos produtos. Contudo, os investimentos contínuos em pesquisa, desenvolvimento e qualificação apontam para um futuro promissor. Os bioinsumos se consolidam como uma alternativa sustentável e eficaz para a agricultura brasileira, favorecendo a produção de alimentos de forma mais equilibrada e com menor impacto ambiental.

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Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

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A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

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A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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