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Agentes da Semob orientam pais e alunos na volta às aulas com segurança

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Agentes de trânsito da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) reforçaram as ações educativas no trânsito nas proximidades de instituições de ensino, tanto na rede pública como  na privada.

A iniciativa tem como objetivo orientar os pais que levam seus filhos à escola a não infringirem as normas e lei de trânsito. Os pedestres e alunos também foram orientados sobre a importância do uso das faixas de pedestres e atravessar, sempre com o sinal vermelho nos trechos onde estão instalados semáforos.

“O setor de Educação da Secretaria de Mobilidade Urbana está trabalhando na volta às aulas em frente de algumas escolas públicas e privadas, principalmente, naquelas com maior movimentação de veículos e de pessoas. O  foco é coibir a ação de parada em fila dupla,  que é um dos maiores problemas em frente às escolas, respeito às faixas de pedestres. Outra questão é a orientação aos motoristas que estacionam em vagas especiais, as de Pessoas com Deficiência (PCD), idosos ou com mobilidade reduzida”, disse o secretário de Mobilidade, Juares Samaniego. 

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Conforme o diretor de Trânsito da Semob, Michel Diniz, os agentes orientam os condutores de veículos a não usarem o celular e a sempre utilizar o cinto de segurança.

“Muitos pais são flagrados usando o celular ou sem o cinto de segurança. A intenção dos agentes é promover uma educação  no trânsito e conscientizar os motoristas sobre a importância de não infringir a lei para a segurança de todos no carro”, disse ele.

O diretor explica ainda que para o transporte seguro de crianças abaixo de 10 anos. “A  cadeirinha deve ser usada  conforme a idade e altura das crianças. A lei das cadeirinhas, bebê conforto e assentos de elevação, a lei 14.071/2020, fala dos novos parâmetros do uso. Antes, o Código de Trânsito não menciona a altura da criança, somente a idade e isso está sendo trabalhado com os pais. A nova legislação cita que  somente com a altura de 1,45 (um metro e quarenta e cinco) que a criança pode dispensar a cadeira de elevação, mas a partir dos 10 anos poderá andar no banco da frente, mas sempre  usando o cinto de segurança”, explicou. 

Com relação aos motociclistas, Diniz explicou que é proibido crianças abaixo de 10 anos andarem na garupa. “E se a altura dela não alcançar o pedal ou se ela estiver com braço impossibilitado de segurar no condutor da moto, por exemplo, se a criança estiver com o braço quebrado, ela não pode ser levada na garupa da moto”, concluiu Diniz, ressaltando que as infrações cometidas com o transporte irregular de crianças são consideradas gravíssimas.

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Conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) as exigências de idade, peso ou altura, conforme: até um 1 ano (ou 13 kg): bebê conforto; 1 a 4 anos (ou entre 9 e 18 kg): cadeirinha; 4 a 7 anos e meio (ou menos de 1,45 m de altura, ou peso entre 15 e 36 kg): assento de elevação; entre 7 anos e meio e 10 anos (ou menos de 1,45 m de altura): assento traseiro com uso do cinto de segurança; acima de 10 anos (ou mais de 1,45 m de altura): qualquer assento de passageiro (traseiro ou dianteiro) com uso do cinto de segurança.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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CUIABÁ

Cuiabá registra queda de 88,39% nos casos de Covid-19, enquanto influenza segue em alta

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), publicou o Boletim Epidemiológico de Vigilância dos Vírus Respiratórios, com dados das semanas epidemiológicas 1 a 29 de 2026, período de 4 de janeiro a 25 de julho. O levantamento mostra expressiva redução nos casos de Covid-19 em comparação com o mesmo período do ano passado, ao mesmo tempo em que registra aumento das notificações de influenza A e B, comportamento esperado para esta época do ano. O boletim foi divulgado na sexta-feira (31).

De acordo com o boletim, foram registrados 121 casos de Covid-19 em Cuiabá, sendo 96 em moradores da capital e 25 em pessoas de outros municípios. No período, foram confirmados cinco óbitos pela doença, dos quais dois eram residentes de Cuiabá e três de outras cidades. A taxa de mortalidade entre moradores da capital permaneceu classificada como muito baixa, com 0,29 óbito por 100 mil habitantes.

Na comparação com as semanas epidemiológicas 1 a 29 de 2025, quando foram notificadas 1.043 ocorrências da doença, Cuiabá apresentou redução de 88,39% nos casos de Covid-19.

Em contrapartida, o boletim aponta crescimento das notificações de influenza A e B. Foram contabilizados 2.386 casos no período, sendo 1.858 entre residentes de Cuiabá e 528 em pacientes de outros municípios. Também foram confirmados 21 óbitos relacionados à influenza, dos quais 16 ocorreram entre moradores da capital.

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O aumento representa crescimento de 74,95% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram registrados 1.062 casos entre residentes. Segundo a Vigilância Epidemiológica, o cenário pode ser explicado pela maior circulação dos vírus respiratórios, pela baixa cobertura vacinal e pela ampliação da oferta de exames em 2026. O boletim ressalta ainda que boa parte das notificações é proveniente da rede privada de saúde.

Diante desse cenário, a Secretaria Municipal de Saúde reforça que a vacina contra a influenza está disponível nas 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) de Cuiabá. A imunização é destinada aos grupos prioritários, que incluem idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde e professores. A vacinação é a principal forma de prevenção contra as complicações provocadas pelo vírus e contribui para reduzir internações e óbitos.

As crianças de até 6 anos continuam sendo o grupo mais afetado pela influenza, com 966 casos registrados. Em seguida aparecem pessoas de 15 a 59 anos, com 673 casos, e crianças e adolescentes de 7 a 14 anos, com 572 notificações. Entre idosos com 60 anos ou mais, foram registrados 175 casos.

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O levantamento também traz informações sobre os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Entre as semanas epidemiológicas 1 e 29, foram registrados 1.463 casos hospitalizados, dos quais 1.043 eram residentes de Cuiabá. Desse total, 970 pacientes receberam alta hospitalar, 373 permaneciam em investigação e foram contabilizados 120 óbitos.

Em relação às internações por Covid-19, foram registrados 27 casos de SRAG, com cinco óbitos. Já a influenza foi responsável por 332 internações por SRAG, resultando em 21 mortes, sendo 16 entre moradores de Cuiabá. A maioria dos óbitos ocorreu entre idosos com mais de 60 anos.

A Secretaria Municipal de Saúde orienta que pessoas com sintomas gripais mantenham os cuidados para evitar a transmissão dos vírus respiratórios, como higienizar frequentemente as mãos, cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar e procurar atendimento médico em caso de sinais de agravamento, como falta de ar, febre persistente e dificuldade para respirar. A população pertencente aos grupos prioritários também deve aproveitar a disponibilidade da vacina nas USFs para garantir proteção contra a influenza.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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