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Alunas do Siminina conhecem cultura indígena com visita do povo Bakairi

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Alunas do Programa Siminina, da unidade Chácara dos Pinheiros, em Cuiabá, receberam nesta segunda-feira (28) a visita de indígenas da etnia Bakairi, vindos do município de Paranatinga. O encontro proporcionou a 35 meninas, com idades entre 6 e 14 anos e em situação de vulnerabilidade social, a oportunidade de conhecer de perto a cultura e os costumes dos povos indígenas.

A interação permitiu uma troca de experiências, conhecimento e esclareceu dúvidas das meninas. Elas questionaram sobre os costumes e diversos temas, entre eles, se há escola na aldeia, como é feito o cocar, a pintura corporal, dança e tradição.

“Estamos aproximando as Simininas da cultura dos povos indígenas, uma herança dos nossos antepassados. Essa vivência tem sido muito significativa, tanto para elas quanto para nós, pois nos permite conhecer de perto seus costumes. É muito diferente apenas ouvir falar; aqui, elas estão vendo, sentindo, se conectando diretamente. Tem sido uma experiência enriquecedora e transformadora”, afirmou Ivete.

A líder indígena Naiwâ destacou que o futuro do povo Bakairi será garantido pelas novas gerações. Segundo ela, a interação fortalece o respeito e o entendimento sobre a cultura Bakairi. Para Naiwâ, é preciso parceria para assegurar a continuidade da defesa do território e da cultura, uma responsabilidade que também recai sobre as futuras gerações e que não é exclusiva dos povos indígenas, mas de toda a sociedade.

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“Para mim, é muito importante que elas conheçam a nossa cultura, que entendam como o povo Bakairi vive hoje em dia, lá no território, na aldeia. Muitas vezes, elas não têm acesso a esse conhecimento, e essa aproximação ajuda a fortalecer o respeito e o entendimento entre nós”, afirmou a líder.

As unidades Siminina dos bairros Jardim Leblon e Renascer também receberão a visita de indígenas Bakairi nesta quarta-feira (30). Além de reconhecer a importância da preservação da cultura, o encontro, alusivo ao “Dia dos Povos Indígenas”, comemorado no último dia 19 de abril, promove conhecimento, valorização, solidariedade e empatia com os povos originários.

#PraCegoVer

A imagem mostra indígenas da etnia Bakairi, vindos do município de Paranatinga, reunidos na unidade Chácara dos Pinheiros, em Cuiabá, durante visita as meninas do Programa Siminina.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Agricultura familiar garante mais de 4 toneladas de alimentos para famílias atendidas na Semana do Migrante

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A Secretaria Municipal de Agricultura contribuiu para fortalecer as ações de segurança alimentar da 41ª Semana do Migrante, realizada pelo Centro Pastoral para Migrantes (CPM), em Cuiabá, por meio do apoio logístico ao transporte de alimentos produzidos pela agricultura familiar. A iniciativa possibilitou a entrega de mais de quatro toneladas de frutas, verduras e hortaliças destinadas às famílias migrantes em situação de vulnerabilidade social atendidas pela instituição.

Celebrada nacionalmente entre os dias 14 e 21 de junho, a Semana do Migrante tem como tema neste ano “Migração e Moradia: Eu não tenho onde morar”. Em Cuiabá, a programação reúne diversos órgãos públicos e entidades parceiras para oferecer serviços de cidadania, inclusão social, orientação profissional, assistência social, saúde e segurança alimentar.

A participação da Secretaria Municipal de Agricultura ocorreu por meio da articulação entre produtores da agricultura familiar, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Centro Pastoral para Migrantes, garantindo o escoamento da produção e a chegada dos alimentos às famílias beneficiadas por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Segundo o secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, o apoio logístico atende a uma orientação da gestão municipal para fortalecer as políticas públicas de segurança alimentar e dar suporte aos pequenos produtores rurais.

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“O apoio logístico aos produtores da agricultura familiar na Semana do Migrante atende a uma orientação do prefeito Abilio Brunini. Muitas comunidades ficam distantes e os produtores não possuem transporte próprio. A Secretaria de Agricultura está à disposição para garantir a entrega das mercadorias em programas como o PAA e o PNAE, fortalecendo as políticas de segurança alimentar”, afirmou.

O secretário destacou ainda que diversas comunidades rurais, localizadas entre 30 e 50 quilômetros da área urbana, dependem desse suporte para comercializar sua produção.

“Nossa preocupação é garantir condições para que esses agricultores possam entregar seus produtos. É gratificante ver a agricultura familiar produzindo e contribuindo diretamente para ações de segurança alimentar”, acrescentou.

De acordo com o coordenador das Feiras da Secretaria Municipal de Agricultura, Luís Alberto Rodrigues Leite, cerca de três toneladas de alimentos foram fornecidas por produtores vinculados à Associação Maria Terra, formada por 25 mulheres agricultoras das comunidades Terra Vermelha, Pai Joaquim, Serra das Laranjeiras, Casulo, Bocaival, Monjolo e região dos distritos da Guia e do Águaçu.

Além desse volume, mais de uma tonelada de alimentos foi entregue por produtoras da comunidade Serra das Laranjeiras, também participantes do projeto Maria Terra. Entre os produtos destinados à ação estão mandioca, mamão, limão, quiabo, jiló, alface e cebolinha.

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Segundo Luís Alberto, o trabalho da Secretaria consistiu em disponibilizar veículos e organizar a logística necessária para buscar os alimentos nas comunidades rurais e transportá-los até o Centro Pastoral para Migrantes.

“O nosso apoio fortalece os produtores porque, sem essa estrutura, eles teriam custos adicionais com frete, reduzindo sua renda. A Secretaria realiza as viagens necessárias para garantir que a produção chegue ao destino e cumpra sua finalidade social”, explicou.

O coordenador informou ainda que novas entregas estão programadas até o fim do mês, ampliando o alcance da ação e reforçando o atendimento às famílias assistidas pelo Centro Pastoral para Migrantes.

Coordenador da Semana do Migrante e diretor do Centro Pastoral para Migrantes, o padre Mauro Verzeletti já havia destacado a importância da atuação conjunta entre instituições públicas e entidades da sociedade civil para atender a população migrante que vive em Mato Grosso. Segundo ele, o Centro Pastoral acolheu mais de 1.200 migrantes desde o início do ano passado, oferecendo hospedagem, alimentação e apoio para a inserção social e econômica dessas famílias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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