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Celebração de Natal do HMC tem presença do Papai Noel e do Coral Siminina

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A presença do Papai Noel e do Coral Siminina abrilhantaram a celebração de natal do Hospital Municipal de Cuiabá e o Pronto-Socorro “Dr. Leony Palma de Carvalho (HMC), na sexta-feira (16). O público presente acompanhou as canções natalinas e a animação do Papai Noel. Houve sorteio de brindes, entrega de lembrancinhas e de panetone para os colaboradores.

O direto-geral Paulo Rós, da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), que administra o HMC, explica que a celebração de natal é um momento especial, comemorado todos os anos na unidade. 

“A mensagem do nascimento de Jesus e a esperança de um ano melhor é o que queremos transmitir. Preparamos tudo com carinho, para levar alegria às pessoas que estão hospitalizadas, conforme nosso prefeito Emanuel Pinheiro e a Primeira-dama Márcia Pinheiro pediram. A gestão e a direção estão fortalecidas na missão de cuidar das pessoas, esse é o nosso propósito”, ressaltou Rós. 

Para o paciente Luis Fernando, 9 anos, do município de Colniza,  que está internado há 30 dias na enfermaria pediátrica do HMC, a celebração de natal foi uma surpresa. “Achei muito bonito e gostei muito, pois consegui tirar foto com o Papai Noel”, revelou.

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Segundo Ana Rúbia, de Várzea Grande, que está com a filha há 12 dias internada na UTI pediátrica do HMC, o momento é de dupla alegria. “Estou feliz com a celebração do natal e com a alta hospitalar, que minha filha recebeu hoje. A presença do papai Noel e do coral traz um momento único, de alegria, para nós e para os pacientes, pois muitos estão há meses internados e não poderão comemorar o natal com a família”, disse. 

A coordenadora do Programa Siminina, Maria Nazaré, agradeceu em nome da primeira-dama Márcia Pinheiro, o convide para a participação do coral Siminina na celebração de natal.

“Já é o segundo ano que as Simininas apresentam no HMC. É um ambiente diferenciado e delicado. É muito especial para nós, pois trazer a nossa alegria e a mensagem do nascimento de Jesus simbolizam a esperança”, ressaltou. 

O coral Siminina da unidade 1º de Março contou com a participação de 40 crianças dentre 6 a 14 anos. “Elas estão muito felizes, ensaiaram bastante e é a oportunidade de saírem da comunidade para se apresentar. A primeira-dama tem essa sensibilidade, de fazer algo significativo e formativo que marca a memória dessas crianças”, completou.   

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O diretor-financeiro da ECSP, Eduardo Vasconcelos,  destaca que a gestão e a direção do HMC trabalham diariamente para oferecer serviços de saúde de qualidade aos pacientes hospitalizados, e aos colaboradores, que se dedicam a promover a cura, representam o amor e o carinho com os pacientes. “Isso, sim, é espírito natalino. Agradeço a todos, que ajudam a gestão no atendimento humanizado com os usuários do SUS”, destacou. 

Na oportunidade, o diretor-técnico, Vinicius Gatto, agradeceu a presença do ‘bom velhinho’ e do coral Siminina. “As crianças internadas estão mais felizes com a apresentação do coral e com a presença do Papai Noel. Parabéns aos colaboradores dedicados, que tenhamos ainda mais gratidão e amor ao próximo”, disse.

A celebração de natal do HMC é uma ação da Prefeitura de Cuiabá e Diretoria da Empresa Cuiabana de Saúde Pública, com o envolvimento dos colaboradores do Projeto Acolher. 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas

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A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.

Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.

“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.

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A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.

A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.

A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.

Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.

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“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.

A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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