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Consórcio C.S Mobi está apto a realizar obras do Mercado Municipal e gerenciar estacionamento rotativo

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O setor de Licitações e Contratos da Prefeitura de Cuiabá considerou o Consórcio C.S Mobi, formado pelas empresas: Areatec – Tecnologia e Serviços LTDA; Promulti Engenharia, Infraestrutura e Meio Ambiente LTDA e a CS Brasil Transportes de Passageiros e Serviços Ambientais LTDA, apto a realizar a implantação do estacionamento rotativo na área urbana cidade e a construção do Mercado Municipal Miguel Sutil, localizado na Avenida Isaac Póvoas.

O próximo passo será a homologação do contrato e posteriormente, o prefeito da capital, Emanuel Pinheiro, dará a ordem de serviço. A implantação do sistema de estacionamento contará com 85 parquímetros, com previsão de ampliação para mais 46 e cinco estações inteligentes para bicicletas com 10 vagas cada. Também está prevista a implantação de 2.600 vagas de estacionamento rotativo no Mercado Municipal com a ampliação para cinco mil vagas futuramente em Cuiabá.
“O prefeito Emanuel Pinheiro deve conceder essa ordem de serviço na semana que vem.  Emanuel Pinheiro teve a coragem de realizar essa licitação para concluir esse projeto e implantar esse sistema de estacionamento rotativo e que vai oxigenar o centro e quem ganha com isso é a população. Já temos sensores que estão sendo instalados para testes no Centro. E os parquímetros irão funcionar com moeda ou cartão de crédito para estacionar por uma hora naquela vaga. A gestão Emanuel Pinheiro está preocupada em melhorar a região central e devolver esse espaço revitalizado como uma atração turística que resgata um local que faz parte da história de Cuiabá”, explicou o adjunto de Licitações e Contratos, Agmar Divino Lara de Siqueira, que é o presidente da Comissão Permanente de Licitação de Cuiabá.
 
A implantação do sistema do estacionamento rotativo é uma reivindicação antiga da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) e do comércio em geral da capital, e somente na atual gestão está sendo possível retirar esse projeto do papel. A operacionalização do sistema ocorrerá de forma automatizada, por meio da utilização do aplicativo Digipare e parquímetros. Já o monitoramento e fiscalização da rotatividade, serão efetuados por dois veículos equipados pelo sistema OCR, em tempo real. A proposta adotada pela gestão Emanuel Pinheiro é semelhante a utilizada em países da Europa, por exemplo, e torna a mobilidade urbana da cidade mais eficaz.
Todo procedimento é consolidado via Parceria Público-Privada (PPP), formalizada por meio da concorrência pública nº 005/2022.   
 
 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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CUIABÁ

Prefeitura aplica R$ 37,6 mil em multas e inicia limpeza em condomínio abandonado

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A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que interditou preventivamente um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. A ação integrada envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração que somam R$ 37,6 mil em razão das irregularidades encontradas no imóvel. As equipes também iniciaram os serviços de limpeza e remoção de resíduos acumulados no local. Os custos das intervenções serão cobrados dos proprietários do condomínio.

A Energisa Mato Grosso realizou a retirada de cabos e fiações em desuso, além do desligamento de pontos de energia existentes nas edificações, como medida de segurança e para eliminar riscos decorrentes do abandono do empreendimento.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, explicou que a ação foi motivada pelas condições críticas encontradas no condomínio e pelos riscos à saúde pública e à segurança da população. “Trata-se de um imóvel cuja estrutura está bastante comprometida. A Defesa Civil já havia elaborado um laudo anterior condenando a edificação e, agora, com o acesso ao condomínio, constatamos que a situação é ainda mais urgente. Encontramos focos e condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, além da presença de morcegos, pombos e escorpiões. Estamos atuando no momento adequado para evitar que o local se transforme em um problema ainda maior para a saúde pública”, afirmou.

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A secretária reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa operação. Também vamos encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para avaliação de medidas judiciais, porque ações pontuais não resolvem definitivamente o problema se não houver manutenção contínua”, acrescentou.

O diretor da Defesa Civil, capitão do CBMMT Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025. Na ocasião, as equipes não conseguiram acessar o interior do imóvel porque o local estava fechado. “Agora conseguimos entrar e verificamos uma situação preocupante. O condomínio possui 30 imóveis, e vários deles apresentam estruturas avariadas, além de grande acúmulo de lixo. A Limpurb já iniciou uma intervenção para melhorar as condições do ambiente, e vamos concluir o relatório técnico para subsidiar as providências necessárias por parte dos órgãos competentes”, explicou.

A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da operação para identificar fatores que favorecem a presença de vetores de doenças e animais sinantrópicos. Segundo o biólogo Jesse Martins, a principal medida recomendada para o local é o manejo ambiental. “O controle químico não é indicado para esse tipo de situação. O mais eficaz é a eliminação dos abrigos e focos que favorecem a permanência desses animais. Encontramos vestígios de morcegos e também algumas larvas, que serão encaminhadas para análise laboratorial e identificação”, informou.

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Durante a vistoria, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado por lote não limpo, existência de criadouros de vetores e abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. Já o segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido em razão da existência de criadouros de vetores, abandono do imóvel, risco estrutural grave e utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

Ao longo de 2025, a Secretaria realizou três ações fiscais no local para notificar o responsável pelo imóvel a realizar a limpeza e a manutenção da área. Como as tentativas de contato não tiveram resultado, foi necessária a adoção da interdição preventiva, medida amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5). A norma regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos com risco iminente, previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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