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Cuiabá oferece tratamentos integrativos gratuitos à população por meio da URPICS

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Localizada em meio à natureza exuberante do Horto Florestal Toti Garcia, em Cuiabá, a Unidade de Referência de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (URPICS) oferece gratuitamente à população um cuidado diferenciado, acolhedor e centrado no bem-estar físico, emocional e mental. Com atendimentos por agendamento e livre demanda, a unidade funciona como um espaço de acolhimento, escuta e fortalecimento do autocuidado. Os agendamentos podem ser realizados através do número (65) 992218155 via WhatsApp.

Segundo Luiz Edmundo da Silva, terapeuta holístico da unidade, o atendimento na URPICS é feito a partir de uma triagem individualizada, onde o paciente passa por acolhimento e tem seu plano de cuidado elaborado de forma personalizada. “Aqui o foco é o cuidado integrativo. Atendemos quem busca mais do que apenas medicação. A maioria chega com quadros de ansiedade, depressão, dores crônicas ou em busca de equilíbrio emocional. Oferecemos terapias como Reiki, auriculoterapia, florais, arteterapia, quiropraxia, fitoterapia e biomagnetismo, entre outras”, explica.

O espaço também conta com terapias em grupo, como a Terapia Comunitária Integrativa (TCI) e a Arteterapia, realizadas às terças-feiras nos períodos da manhã e da tarde, e às sextas-feiras pela manhã, quando os pacientes se reúnem em rodas de conversa e partilhas acompanhadas de um café da manhã terapêutico, sempre com alimentos saudáveis, livres de industrializados. “É um espaço de escuta e troca. Cada um compartilha suas dores e vivências, e assim criamos uma rede de apoio psicossocial muito forte”, relata a arteterapeuta Chrissie Takemura Iwakura.

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A unidade é aberta a todos os maiores de 18 anos, inclusive para quem não está em tratamento com medicamentos. A porta de entrada é o acolhimento com um terapeuta, que avalia o perfil e define as práticas mais adequadas. O atendimento também pode ocorrer por encaminhamento das Unidades Básicas de Saúde ou do CAPS.

Além das terapias, a URPICS realiza atividades como meditação, dança circular e caminhadas ao ar livre, promovendo o contato com a natureza como parte essencial do cuidado. “A saúde não é apenas ausência de doença. Aqui promovemos qualidade de vida, autonomia e conexão com a própria história”, diz Luiz Edmundo.

A paciente Tereza Cristina Pozza, que frequenta a URPICS desde 2023, é um exemplo da transformação proporcionada pelas práticas oferecidas no local. “Eu cheguei com depressão severa e paralisia em parte do corpo, resultado de anos de uso de medicação pesada. Aqui fui acolhida, recuperei movimentos, voltei a escrever e a me reconhecer. Fiz tratamento com arteterapia, Reiki, ventosa e apoio psicológico. Descobri o auto perdão e deixei de me culpar pelos traumas da infância. Aqui me reencontrei”, compartilha emocionada.

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Atualmente, a equipe da URPICS é composta por terapeutas holísticos, psicólogo, assistente social, enfermeira, farmacêutica, arteterapeuta e médico homeopata. O serviço é público e totalmente gratuito, viabilizado pelo SUS.

Para agendamentos, o contato é feito exclusivamente via WhatsApp da unidade, citado acima. Já para participar das rodas de arte e TCI às terças e sextas, basta comparecer diretamente à unidade nos horários estabelecidos.

A URPICS é um dos poucos serviços do país com terapeuta holístico reconhecido como ocupação no quadro funcional da saúde pública. “Cuiabá é referência nacional nesse modelo de cuidado. Aqui a gente promove saúde de forma plena, sem dissociar corpo, mente e espírito, tudo com amor, técnica e escuta ativa”, finaliza Luiz Edmundo.

#PraCegoVer

Na imagem, aparecem duas senhoras durante uma aula de arteterapia. O procedimento faz parte de um dos tratamentos oferecidos pela unidade citada no texto. A imagem apresenta várias cores, com fundo branco.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes

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O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.

Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.

O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.

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Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.

Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.

A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.

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Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.

Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.

Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.

A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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