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Cuiabá Regula cobra explicações de empresa por ônibus incendiados

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O presidente da Agência Cuiabá Regula, Alexandre César Lucas, encaminhou ofício à direção da Caribus Transportes e Serviços LTDA, cobrando, no prazo de 48 horas, informações detalhadas a respeito do incêndio que ocorreu na garagem da empresa no domingo (10). O ofício também é assinado pelo diretor regulador de transporte urbano, Carlos Rafael Damian de Carvalho.

Por conta do incêndio, houve a perda total de quatro ônibus da frota do transporte coletivo e a perda parcial de outros dois.

A empresa Caribus Transportes e Serviços deverá fornecer relatório circunstanciado do incidente, com data, horário, localização exata, causas preliminares, medidas imediatas adotadas e cópia do relatório emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar.

Há também pedido de informações a respeito do relatório de manutenção preventiva e corretiva da frota, composição, capacitação, treinamentos realizados e ações empreendidas a partir do incêndio.

Também deverá ser fornecida a identificação completa dos veículos afetados, com indicação de placa, número de chassi, modelo, ano de fabricação, status operacional e histórico de manutenção.

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Outras informações cobradas pela Cuiabá Regula são o impacto na operação do serviço público, incluindo quantidade de veículos que compõem a frota reserva, plano de contingência adotado e medidas para garantir a continuidade do serviço sem prejuízo aos usuários.

#PraCegoVer

A matéria é ilustrada pela foto da parte interna de um ônibus.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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