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Emanuel Pinheiro entrega Mercado do Porto e relembra construção do HMC, de dois viadutos e duas Unidades de Pronto Atendimento pela gestão

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A Prefeitura de Cuiabá, com muito esforço e investindo mais de R$ 9,5 milhões em recursos próprios, realizou um projeto de grande impacto para a cidade. O Mercado Antônio Moyses Nadaf, o Mercado do Porto, representa um marco na transformação da cara de Cuiabá, somando-se a outras obras que têm contribuído para o desenvolvimento da cidade. No total, mais de R$ 13 milhões foram aplicados na primeira fase da estrutura contou com R$4 milhões de emendas destinadas pelos senadores Wellington Fagundes, Neri Geller e Blairo Maggi.

No último dia 21, na solenidade de entrega do novo espaço, que conta com mais de 6.780.82 m², o prefeito Emanuel Pinheiro expressou sua gratidão por todas as pessoas envolvidas nessa ação, reconhecendo que obras desse porte não se realizam sozinhas. Ele também anunciou que nas comemorações aos 305 anos de Cuiabá, a gestão irá entregar a segunda fase do projeto reforçando o compromisso de entregar um dos mais belos mercados municipais do Brasil honrando a história, tradições e gastronomia de Cuiabá.

Durante seu discurso, o prefeito destacou algumas conquistas de sua gestão, como o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), o qual é o maior hospital do estado e de padrão similar a hospitais particulares, atendendo à população do SUS. Além disso, Emanuel enfatizou a entrega de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Verdão e Jardim Leblon à população, a construção de dois viadutos (Murilo Domingos e Juca do Guaraná) e e estações climatizadas para o transporte público, desafiando as expectativas de muitos.

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“Quando assumi como prefeito eleito, o senador Wellington Fagundes me convidou para conversar e retratou uma situação preocupante. Ele me mostrou recursos que estavam parados na Caixa Econômica Federal desde 2012, destinados à reforma do Mercado do Porto e à construção da orla do porto dois.

No entanto, eu tinha uma visão diferente para Cuiabá, queria desenvolver a cidade de frente para o rio, rompendo com o paradigma de ter a capital de costas para o rio. Então, então chamei meus secretários, Vanderlúcio Rodrigues (que comandava Obras), Zito Andrien, que estava no Planejamento), Márcio Puga (superintendente do IPDU) e Vinícius Hugueney (Agricultura), e dei a eles a missão de destravar o projeto junto à Caixa Econômica para construir um M Mercado do Porto que fosse um ícone da cultura cuiabana, preservando a essência histórica da cidade. Trabalhamos em conjunto com os feirantes, liderados por Rosilma Tibaldi e Jorge Lemes, para desenhar o projeto e quebrar paradigmas, buscando a aprovação da população e garantindo que fosse algo maravilhoso para todos. Após debates e aperfeiçoamentos, aprovamos o projeto no estacionamento, numa noite fria de terça-feira, para os trezentos anos de Cuiabá.

Agradeço a todos que fizeram parte desse sucesso, incluindo minha equipe, a Câmara Municipal de Cuiabá, a Assembleia Legislativa e outros colaboradores. O político é frequentemente criticado, mas é importante valorizar quem realmente trabalha e faz acontecer. Meu objetivo é preparar Cuiabá para o futuro, visando o bem-estar da população pelos próximos anos”.

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Emanuel Pinheiro agradeceu a todos que participaram do processo de transformação da cidade, incluindo sua equipe de trabalho, a Câmara Municipal, a Assembleia Legislativa e outros parceiros fundamentais. Ele reforçou o compromisso em continuar trabalhando para fazer de Cuiabá uma cidade desenvolvida e próspera, olhando sempre para o futuro e valorizando suas raízes.

Além da riqueza gastronômica, o Mercado do Porto oferece um ambiente descontraído e acolhedor para aqueles que desejam desfrutar de uma refeição ou lanche em meio a esse cenário tão especial. Com uma variedade de bares e restaurantes, os visitantes podem degustar pratos tradicionais, saborear bebidas artesanais e se deliciar com sobremesas típicas. Uma das características mais marcantes do Mercado do Porto é a sua capacidade de preservar e valorizar as raízes culturais da região, enquanto também se abre para novas tendências e influências. Dessa forma, ele se torna um espaço inclusivo, capaz de encantar tanto os moradores locais como os turistas que buscam autenticidade.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Prefeitura aplica R$ 37,6 mil em multas e inicia limpeza em condomínio abandonado

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A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que interditou preventivamente um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. A ação integrada envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração que somam R$ 37,6 mil em razão das irregularidades encontradas no imóvel. As equipes também iniciaram os serviços de limpeza e remoção de resíduos acumulados no local. Os custos das intervenções serão cobrados dos proprietários do condomínio.

A Energisa Mato Grosso realizou a retirada de cabos e fiações em desuso, além do desligamento de pontos de energia existentes nas edificações, como medida de segurança e para eliminar riscos decorrentes do abandono do empreendimento.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, explicou que a ação foi motivada pelas condições críticas encontradas no condomínio e pelos riscos à saúde pública e à segurança da população. “Trata-se de um imóvel cuja estrutura está bastante comprometida. A Defesa Civil já havia elaborado um laudo anterior condenando a edificação e, agora, com o acesso ao condomínio, constatamos que a situação é ainda mais urgente. Encontramos focos e condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, além da presença de morcegos, pombos e escorpiões. Estamos atuando no momento adequado para evitar que o local se transforme em um problema ainda maior para a saúde pública”, afirmou.

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A secretária reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa operação. Também vamos encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para avaliação de medidas judiciais, porque ações pontuais não resolvem definitivamente o problema se não houver manutenção contínua”, acrescentou.

O diretor da Defesa Civil, capitão do CBMMT Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025. Na ocasião, as equipes não conseguiram acessar o interior do imóvel porque o local estava fechado. “Agora conseguimos entrar e verificamos uma situação preocupante. O condomínio possui 30 imóveis, e vários deles apresentam estruturas avariadas, além de grande acúmulo de lixo. A Limpurb já iniciou uma intervenção para melhorar as condições do ambiente, e vamos concluir o relatório técnico para subsidiar as providências necessárias por parte dos órgãos competentes”, explicou.

A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da operação para identificar fatores que favorecem a presença de vetores de doenças e animais sinantrópicos. Segundo o biólogo Jesse Martins, a principal medida recomendada para o local é o manejo ambiental. “O controle químico não é indicado para esse tipo de situação. O mais eficaz é a eliminação dos abrigos e focos que favorecem a permanência desses animais. Encontramos vestígios de morcegos e também algumas larvas, que serão encaminhadas para análise laboratorial e identificação”, informou.

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Durante a vistoria, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado por lote não limpo, existência de criadouros de vetores e abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. Já o segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido em razão da existência de criadouros de vetores, abandono do imóvel, risco estrutural grave e utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

Ao longo de 2025, a Secretaria realizou três ações fiscais no local para notificar o responsável pelo imóvel a realizar a limpeza e a manutenção da área. Como as tentativas de contato não tiveram resultado, foi necessária a adoção da interdição preventiva, medida amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5). A norma regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos com risco iminente, previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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