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Hospital Municipal de Cuiabá é pioneiro no tratamento com Oxigenoterapia Hiperbárica para pacientes do SUS

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O maior e mais moderno hospital público do Estado, o Hospital Municipal de Cuiabá e o Pronto-Socorro “Dr. Leony Palma de Carvalho” é pioneiro no tratamento com oxigenoterapia hiperbárica (OHB) para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso. O serviço foi implantado em 2021, e já realizou 10.411 sessões em pessoas hospitalizadas por situações de lesões decorrentes de traumas, feridas, queimaduras e infecções. 

O procedimento inovador, melhorou o quadro clínico do paciente com paraplegia Leonildo Veda, 37 anos, que ficou internado há 4 meses e realizou 130 sessões de oxigenoterapia hiperbárica no HMC.  

“Dei entrada no HMC com várias feridas abertas pelo corpo e muitas dores. Com a realização das sessões na câmara de oxigenoterapia hiperbárica, minhas úlceras de pele foram cicatrizadas. É o tratamento mais avançado e acelerado que eu já tive. É maravilhoso o resultado, estou muito satisfeito”, completou Leonildo, do município de Araputanga (a 338 km de distância de Cuiabá).

No Hospital Municipal de Cuiabá, unidade referência em ortopedia e traumatologia, o número de pacientes vítimas de traumas é grande, principalmente em decorrência de acidentes automobilísticos e motocicletas.

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“As amputações ocorrem devido aos traumas de forte impacto. É primordial o uso da oxigenoterapia hiperbárica para o tratamento destes pacientes, principalmente porque somos portas abertas para situações de urgência e emergência”, destacou o diretor-geral, Paulo Rós, da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), que administra o HMC.

Paulo Rós, explica que o grande benefício do tratamento é a redução de pessoas vítimas de sequelas em decorrência de amputações. “A oxigenoterapia hiperbárica é um tratamento revolucionário na rede SUS, pois acelera a cicatrização e diminui o risco de infecção”, afirmou.

Segundo o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, é um orgulho a Saúde da Capital oferecer esse serviço, que é de grande valia para a vida humana.

“Nossa gente merece padrão particular para o serviço público. O preço médio por sessão na câmara hiperbárica em uma unidade particular é caríssimo, e as pessoas humildes necessitam deste tratamento de ponta. Isso é humanizar e contemplar nossa população com qualidade de vida”, destacou.

“O HMC, inclusive, recebeu reconhecimento internacional, através de uma reportagem publicada no dia 26/05/2022, no jornal coreano “Journal of Trauma and Injury – JTI, que traz o relato de caso de um paciente que sofreu esmagamento na mão, mas recuperou totalmente as funções, após o tratamento com oxigenoterapia hiperbárica no HMC, revelou o prefeito.

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Tratamento com oxigenoterapia hiperbárica – O médico hiperbarista, Pedro Henry, explica que o paciente é colocado em uma câmara hiperbárica por 90 minutos, durante esse tempo, o paciente inala oxigênio a 100%, em um ambiente cuja pressão é cerca de 2,5 vezes maior que a pressão atmosférica normal.

“A absorção maciça de oxigênio que ocorre nessas condições eleva para mais de 20 vezes os valores normais da pressão de oxigênio no organismo humano. Isso é um tratamento de ponta que produz  inúmeros efeitos benéficos nos pacientes. São poucos os hospitais públicos do país que oferecem esse serviço”, explicou Henry. 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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CUIABÁ

Cuiabá registra queda de 88,39% nos casos de Covid-19, enquanto influenza segue em alta

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), publicou o Boletim Epidemiológico de Vigilância dos Vírus Respiratórios, com dados das semanas epidemiológicas 1 a 29 de 2026, período de 4 de janeiro a 25 de julho. O levantamento mostra expressiva redução nos casos de Covid-19 em comparação com o mesmo período do ano passado, ao mesmo tempo em que registra aumento das notificações de influenza A e B, comportamento esperado para esta época do ano. O boletim foi divulgado na sexta-feira (31).

De acordo com o boletim, foram registrados 121 casos de Covid-19 em Cuiabá, sendo 96 em moradores da capital e 25 em pessoas de outros municípios. No período, foram confirmados cinco óbitos pela doença, dos quais dois eram residentes de Cuiabá e três de outras cidades. A taxa de mortalidade entre moradores da capital permaneceu classificada como muito baixa, com 0,29 óbito por 100 mil habitantes.

Na comparação com as semanas epidemiológicas 1 a 29 de 2025, quando foram notificadas 1.043 ocorrências da doença, Cuiabá apresentou redução de 88,39% nos casos de Covid-19.

Em contrapartida, o boletim aponta crescimento das notificações de influenza A e B. Foram contabilizados 2.386 casos no período, sendo 1.858 entre residentes de Cuiabá e 528 em pacientes de outros municípios. Também foram confirmados 21 óbitos relacionados à influenza, dos quais 16 ocorreram entre moradores da capital.

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O aumento representa crescimento de 74,95% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram registrados 1.062 casos entre residentes. Segundo a Vigilância Epidemiológica, o cenário pode ser explicado pela maior circulação dos vírus respiratórios, pela baixa cobertura vacinal e pela ampliação da oferta de exames em 2026. O boletim ressalta ainda que boa parte das notificações é proveniente da rede privada de saúde.

Diante desse cenário, a Secretaria Municipal de Saúde reforça que a vacina contra a influenza está disponível nas 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) de Cuiabá. A imunização é destinada aos grupos prioritários, que incluem idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde e professores. A vacinação é a principal forma de prevenção contra as complicações provocadas pelo vírus e contribui para reduzir internações e óbitos.

As crianças de até 6 anos continuam sendo o grupo mais afetado pela influenza, com 966 casos registrados. Em seguida aparecem pessoas de 15 a 59 anos, com 673 casos, e crianças e adolescentes de 7 a 14 anos, com 572 notificações. Entre idosos com 60 anos ou mais, foram registrados 175 casos.

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O levantamento também traz informações sobre os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Entre as semanas epidemiológicas 1 e 29, foram registrados 1.463 casos hospitalizados, dos quais 1.043 eram residentes de Cuiabá. Desse total, 970 pacientes receberam alta hospitalar, 373 permaneciam em investigação e foram contabilizados 120 óbitos.

Em relação às internações por Covid-19, foram registrados 27 casos de SRAG, com cinco óbitos. Já a influenza foi responsável por 332 internações por SRAG, resultando em 21 mortes, sendo 16 entre moradores de Cuiabá. A maioria dos óbitos ocorreu entre idosos com mais de 60 anos.

A Secretaria Municipal de Saúde orienta que pessoas com sintomas gripais mantenham os cuidados para evitar a transmissão dos vírus respiratórios, como higienizar frequentemente as mãos, cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar e procurar atendimento médico em caso de sinais de agravamento, como falta de ar, febre persistente e dificuldade para respirar. A população pertencente aos grupos prioritários também deve aproveitar a disponibilidade da vacina nas USFs para garantir proteção contra a influenza.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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