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Hospital Municipal São Benedito realiza mais de 185 mil atendimentos no ano de 2022

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Balanço do Hospital Municipal São Benedito, gerido pela Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP) sob a administração Emanuel Pinheiro, apresentou o total de 187.611 atendimentos realizados no ano de 2022. Foram computadas 6.089 consultas ambulatoriais, 23.388 exames de imagens, 2.084 cirurgias entre ortopédicas e neurológicas e 156.050 exames laboratoriais. 

Os dados gerais de janeiro a novembro de 2022 compreendem, que 65% dos atendimentos são de pacientes de Cuiabá e 35% de outros municípios. O Hospital Municipal São Benedito recebe pacientes referenciados via Central de Regulação, responsável por encaminhar os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) à unidade hospitalar. 

Segundo Paulo Rós, diretor-geral da ECSP, o hospital é referência nas especialidades de ortopedia e traumatologia e oferece serviços de média e alta complexidade, além de serviços de imagens como tomografia computadorizada, hemodinâmica, ultrassonografia, raio-x e serviços laboratoriais de analises clinicas e agência transfusional.   

“A unidade hospitalar compreende 112 leitos, divididos em 82 leitos de enfermarias adultas e 30 leitos de UTIs adultas. As taxas de ocupação das enfermarias correspondem a 59% pacientes de Cuiabá, 37% de municípios do interior e 4% da região metropolitana de Várzea Grande. Já as taxas de ocupação das UTIs são 59% pacientes de Cuiabá, 36% do interior e 5% de Várzea Grande”, informou Rós. 

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Para o prefeito Emanuel Pinheiro, além de equipamentos e estrutura de alta qualidade, o atendimento humanizado e o cuidado da sua gestão fazem a diferença entre os pacientes atendidos. “Oferecemos tratamento de alto padrão, para o serviço público, extremamente necessários para uma recuperação mais rápida, e tudo 100% SUS”, destacou o prefeito. 

A maioria dos atendimentos realizados no Hospital Municipal São Benedito são de pacientes advindos dos municípios de Confresa, Pontes e Lacerda, Nova Mutum, Tangará da Serra, Água Boa, Rondonópolis, Cocalinho, Colniza, Várzea Grande, Porto estrela, Guarantã do Norte, Campo Novo do Parecis, Lageado Novo-MA, Barra do Bugres, Nobres, Diamantino, Porto Velho – RO, Nortelândia, São Félix do Araguaia, Brasnorte, Céu Azul – PA, Canarana e Santo Antônio do Leverger.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Simininas aprendem Libras e violão em aulas que unem música e inclusão

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As meninas do Programa Siminina, da unidade Jardim Santa Isabel, em Cuiabá, estão aprendendo que a música também pode ser uma ferramenta inclusiva. Durante as aulas ministradas pela professora de música Maria Rosa de Andrade, carinhosamente conhecida como Tia Rosinha, as participantes têm contato com a Língua Brasileira de Sinais e com o violão.

Nas atividades de Libras, as meninas aprendem sinais usados em situações do dia a dia, como cumprimentar, agradecer e pedir licença. A aula também utiliza músicas infantis de forma lúdica como “O Caderno”, “Baleia” e “Patinho Colorido” para ensinar sinais, dentro da proposta de música-terapia.

Para Sophia Ester, aprender Libras é importante para ampliar a comunicação e a convivência com pessoas surdas. Ela conta que já teve contato com a língua durante um evento voltado à comunidade surda e que conseguiu se comunicar com participantes. Na aula do Siminina, ela já aprendeu sinais como “oi”, “com licença” e “obrigada”, além dos sinais dos animais.

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“Acho importante as pessoas também aprenderem Libras. Eu aprendi bater palmas assim”, disse Sophia, erguendo as duas mãos com as palmas voltadas para a frente ou para cima, agitando os dedos e movimentando os punhos levemente ao lado da cabeça.

Nas aulas de violão as meninas aprendem notas musicais e acordes, como dó maior e sol maior, além de exercícios para desenvolver a prática do instrumento, momento que é uma alusão a inclusão a todos os momentos.

Sonhando em seguir carreira, a aluna Milena Gabriela conta que começou como iniciante e, com o tempo, foi ganhando confiança para tocar. Segundo ela, hoje, já consegue executar uma música utilizando três notas no violão. “Eu tenho um sonho de ser cantora, tocar violão, viajar pelo país pelas minhas músicas. Quando eu fazer sucesso vou falar: Foi lá no Siminina que eu comecei”, contou.

Para a professora Tia Rosinha, as atividades utilizam a música como instrumento de aprendizagem e inclusão social. Segundo ela, as aulas trabalham canções da Música Popular Brasileira (MPB) e músicas infantis adaptadas para o aprendizado de Libras. “É muito gratificante mostrar para elas a grande importância da Libras e da inclusão. A música nos permite trabalhar a comunicação, a expressão e a convivência”, destacou a professora.

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O Programa Siminina, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, atende atualmente 1.402 meninas, entre 6 e 14 anos, em situação de vulnerabilidade, distribuídas em 18 unidades na capital. Além de aulas de canto e Libras, as meninas participam de aulas de balé, oficinas de matemática, práticas esportivas, rodas de conversa, palestras e apresentações, contribuindo para o desenvolvimento social, educacional e emocional de crianças e adolescentes no contraturno escolar.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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