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Limpurb repõe cabeamento furtado e iluminação da ponte Sérgio Motta é restabelecida

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A Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) realizou a recomposição de aproximadamente 200 metros cabeamento elétrico furtados na ponte Sérgio Motta. Por meio da iniciativa, o funcionamento do sistema de iluminação pública da estrutura, que estava comprometido por conta da ação criminosa, foi restabelecido.

A manutenção emergencial foi executada na noite de terça-feira (1), logo após a empresa pública receber a informação de que as luminárias do local estavam todas apagadas. Na estrutura, a equipe constatou a ausência da fiação e efetuou, de forma imediata, a instalação dos novos materiais nos dois sentidos da pista.

“A rápida resposta foi fundamental, pois a ponte é uma das mais movimentadas da cidade. A Sérgio Motta é um dos principais pontos de ligação entre Cuiabá e Várzea Grande e essa ação criminosa, além de prejuízos financeiros, também gera riscos à segurança dos condutores e pedestres que passam pelo local”, comenta o diretor-geral da Limpurb, Júnior Leite.

Ainda de acordo com o diretor-geral, furtos de cabos, luminárias e transformadores do sistema de iluminação têm sido uma triste rotina em Cuiabá. Além da ponte Sérgio Motta, outros pontos da cidade foram alvo da prática ilegal nas últimas semanas, como o viaduto na entrada do bairro Parque Cuiabá, a Rodovia Palmiro Paes de Barros e a Avenida Rio Branco.

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Diante desse cenário, Júnior explica que a Limpurb tem se empenhado para fazer as recomposições dos equipamentos o mais rápido possível, buscando minimizar os impactos à população. No entanto, ele avalia que é essencial contar com a colaboração da comunidade para enfrentar o problema.

“A população deve acionar as autoridades competentes, todas as vezes que observar alguma movimentação suspeita de pessoas ou veículos sem a identificação da Limpurb ou da concessionária de energia. É importante ainda que não se compre equipamentos de origem duvidosa, pois isso também é crime e contribui para que novos furtos ocorram”, pontua Júnior.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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