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Membros do Conselho Municipal de Meio Ambiente são empossados

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Os 34 componentes do Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA), sendo 17 titulares e seus respectivos suplentes, sendo presidido pelo secretário Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, (Smurb), José Afonso Portocarrero, foram empossados na quarta-feira (2), no auditório do Horto Florestal Tote Garcia. Conforme Decreto 021/2025, a nova legislatura assinou o termo de posse para o biênio 2025-2027.

Na oportunidade também foi realizada a 30º Reunião do Conselho, sendo a primeira do Conselho e consequentemente, da atual gestão.

Na oportunidade também tomaram posse, Valdinir Piazza Topanotti, como vice-presidente do CMMA, Josino Bisneto Moura, como secretário executivo do Conselho, sendo ambos da Smurb, respectivamente o secretário adjunto de Meio Ambiente e o secretário adjunto de Gerenciamento Urbano.

A partir desta data, as atribuições do Conselho Municipal de Meio Ambiente passarão a ter um papel de destaque maior nas ações a serem desenvolvidas. Até o final do ano passado, o Conselho atuava mais centralizado no julgamento de recursos, agora, com base do regimento do Conselho, a proposta é expandir o trabalho em ações mais significativas para o meio ambiente. Também ficou definido que as reuniões do CMMA serão sediadas no Horto Florestal Tote Garcia.

“Análise de legislação, análise dos planos de arborização, dos planos que dizem respeito as questões ambientais tem que passar pela deliberação do Conselho. Vai ganhar uma dinâmica de mais trabalho”, explicou Valdinir Piazza Topanotti, que também é o secretário executivo do Conselho Municipal de Meio Ambiente.

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O secretário Portocarrero lembrou ainda, da importância do Primeiro Parque do Centro Oeste, criado há 100 anos (completa este ano), conhecido como Morro da Luz, que terá o apoio do Conselho empossado para a tomada de decisões. Ressaltou ainda sobre a cuidadosa revisão que está sendo feita no Plano Diretor da Cidade.

“Além das questões recursais do Conselho, queremos trabalhar com o apoio de vocês, com sugestões, críticas e encaminhamentos que possam ser levados para a Prefeitura”, frisou Portocarrero.

Vários conselheiros se manifestaram em apoio a nova legislatura, bem como dispostos a fortalecerem as iniciativas. “Quanto mais pessoas envolvidas e presentes nas discussões, melhor para contribuir e perceber que temos o interesse de melhorar”, frisou o secretário executivo, Josino Moura.

COMPOSIÇÃO DO CMMA

O Conselho Municipal de Meio Ambiente é composto por representantes do poder público municipal e da sociedade civil, sendo:

Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano

Secretaria Municipal de Ordem Pública

Secretaria Municipal de Saúde

Secretaria Municipal de Educação

Secretaria Municipal de Habitação e Regulação Fundiária

Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob)

Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (LIMPURB)

Procuradoria Geral do Município

Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (ARSEC)

Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-MT)

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Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (SINDUSCON)

Conselho Regional de Biologia (CBIO)

Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional de Mato Grosso (OAB-MT)

Associação Brasileira dos Engenheiros Civis (ABENC)

Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Universidade de Cuiabá (UNIC)

Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU)

ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO

Entre as atribuições do Conselho estão:

– Propor e deliberar sobre normas, diretrizes e políticas públicas municipais relacionadas ao meio ambiente.

– Avaliar e estabelecer normas e padrões ambientais para controle e manutenção da qualidade ambiental.

– Acompanhar e fiscalizar a execução das políticas ambientais municipais.

– Propor programas de educação ambiental e apoiar a criação de consórcios intermunicipais de proteção ambiental.

– Analisar e deliberar sobre o licenciamento ambiental, incluindo projetos que exigem Estudo de Impacto Ambiental 9EIA/Rima).

– Elaborar e aprovar o regimento interno do Conselho.

– Acompanhar e fiscalizar os recursos do FMMA.

– Aprovar e referendar o uso dos recursos do FMMA.

– Decidir, em última instância, recursos administrativos contra penalidades ambientais aplicadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smurb).

#PraCegoVer

A foto mostra o auditório do Horto Florestal onde foi realizada a posse do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O local é bem iluminado e conta com a presença dos novos integrantes do Conselho.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.

Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.

A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.

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Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.

Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.

O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.

A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.

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Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.

A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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