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PGM Fiscal de Cuiabá recebe visita técnica de Procuradores de Maceió para trocas sobre gestão tributária e dívida ativa 

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A Procuradoria-Fiscal de Cuiabá recebeu a visita técnica de Procuradores de Maceió, na tarde desta quinta-feira (11). Conforme o procurador-adjunto da capital, Alex Nascimento, o grupo alagoano veio em busca de trocas sobre gestão tributária e dívida ativa.

“Essa visita tem uma importância enorme na questão da troca de experiências, no intuito de melhorar a arrecadação e gestão da dívida ativa municipal, bem como, reflete o trabalho da PGM Cuiabá na arrecadação nos últimos seis meses, que tem chamado a atenção de outras capitais, especialmente de outros procuradores fiscais, uma vez que a política de implementação de protestos como rotina mensal tem refletido na desjudicialização e também no aumento da arrecadação, como foi demonstrado que no primeiro trimestre de 2024 houve um acréscimo de 49%”, disse.

Estiveram presentes Guilherme Emmanuel Lanzzilloti Alvarenga, chefe da fiscal alagoana, Alisson José de Oliveira Costa, analista Tecnologia de Informação e os procuradores fiscais, Antônio Carlos Tozzo Mendes Pereira e João Batista de França Silva.

Segundo o procurador-geral de município, Benedicto Miguel Calix Filho, a visita dos procuradores do município de Maceió foi muito importante para a gente trocar ideias, informações, como vem sendo a cobrança de dívida ativa, como troca de experiência para evoluir, evoluir o procurador aqui.

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“Com esse encontro, essa conversa, nós vimos que a nossa PGM está bem avançada e em alguns pontos, mas que ainda precisa evoluir bastante. Então, é sempre bom essa troca de informação, essa troca de ideias, só assim nós conseguimos melhorar a arrecadação do município, a qualidade de vida dos colegas, e propiciar uma melhor defesa do município de Cuiabá”, destacou.

Na avaliação do chefe da procuradoria fiscal da capital alagoana, Guilherme Lanzzilloti, a troca foi ‘positiva e proveitosa’, principalmente no que diz respeito à gestão da dívida ativa, da inscrição em dívida ativa e também dos protestos da cobrança extrajudicial.

“Esses eixos agora são o norte das procuradorias para a recuperação dos créditos fiscais. Assim como também das questões na parte judicial, das execuções fiscais, e em termos de gerenciamento e execução fiscal e do volume de demanda, de intimações que já existem e, no caso de se recuperar administrativamente, de ter que executar para recuperar os créditos. Debatemos questões de estrutura, de quantos procuradores tem na carreira, se tem a carreira meio, auxílio de estagiários ou residentes jurídicos, que também tem uma nova modalidade de contratação que as procuradorias estão se adequando e se organizando, de estrutura, de especializadas, temáticas prerrogativas dos procuradores, direitos e deveres também, foi um encontro bem positivo e proveitoso”, avaliou.

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Por fim, a procuradora fiscal de Cuiabá Lilian Alves explicou que duas iniciativas implementadas pela PGM, por meio da Procuradoria Fiscal, foram preponderantes para os resultados positivos na capital mato-grossense.

“Estabelecemos a estratégia de ampliar as medidas extrajudiciais, que devem se consolidar nos próximos meses, devido à nova posição do Poder Judiciário de exigir tais medidas como antecedentes à execução fiscal (Tema 1.184 STF e Resolução 547 do CNJ). Também celebramos um Termo de Cooperação Técnica entre a Procuradoria Fiscal e a Vara Especializada de Execução Fiscal, com o objetivo de encerrar execuções consideradas antieconômicas, promovendo a desjudicialização e fortalecendo as medida de recuperação administrativa, racionalizando o uso dos métodos de cobrança”, destacou.

Resultados expressivos

Devido à recuperação fiscal da dívida ativa, o município de Cuiabá alcançou no 1º trimestre deste ano, a recuperação fiscal de R$ 27,5 milhões, contra R$ 18,4 milhões no mesmo período de 2023, consolidando um aumento de 49,4%. Além disso, o número de títulos protestados aumentou de 6.677 para 131.322 no período analisado, o que, em termos percentuais, significou um crescimento de 1.866%.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeito e secretário encaminham projeto à Câmara para permitir renovação de contratos da Educação

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e o secretário municipal de Educação, Reginaldo Alves Teixeira, encaminharam à Câmara Municipal um projeto de lei que amplia o prazo para contratação temporária de profissionais da Rede Municipal de Ensino. A proposta busca permitir a renovação de contratos e reduzir a necessidade de realização recorrente de processos seletivos, garantindo maior continuidade aos serviços educacionais. O Projeto de Lei nº 383/2026 foi protocolado pelo Executivo em 24 de agosto.

O prefeito Abilio Brunini destacou que a proposta busca evitar a realização de processos seletivos todos os anos para atender a uma necessidade que permanece na Rede Municipal de Ensino. “Eu tenho o desejo de evitar que fique fazendo processo seletivo todos os anos. Nós vamos fazer um processo seletivo, vale contrato dois anos, a gente renova e depois faz um processo seletivo novo”, afirmou. Segundo ele, a medida permite dar maior estabilidade ao planejamento da Educação, sem deixar de cumprir a exigência de realização de concurso público.

A proposta altera a Lei Municipal nº 4.424, de 2003, que regulamenta as contratações temporárias por excepcional interesse público. Pelo texto, os contratos enquadrados na hipótese de contratação de professores substitutos e visitantes poderão ter duração de até 18 meses, com possibilidade de uma única prorrogação por igual período, alcançando o limite máximo de 36 meses. A mudança também prevê a aplicação da nova regra aos contratos temporários vigentes e aos processos seletivos simplificados ainda dentro do prazo de validade, desde que atendidos os requisitos legais.

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Durante conversa sobre a medida, o prefeito destacou que pretende evitar a realização de novos processos seletivos todos os anos quando a necessidade de profissionais permanece. “Eu tenho o desejo de evitar que fique fazendo processo seletivo todos os anos. Nós vamos fazer um processo seletivo, vale contrato dois anos, a gente renova e depois faz um processo seletivo novo”, afirmou Abilio, ao explicar que a mudança também será acompanhada dos estudos necessários para a realização de concurso público na Educação.

Segundo o secretário Reginaldo, a equipe técnica da Secretaria de Educação realizou estudos e buscou orientação jurídica para estruturar a proposta. A Secretaria havia encaminhado à Procuradoria-Geral do Município uma solicitação para analisar a alteração da legislação e a possibilidade de aplicar a nova sistemática aos contratos e processos seletivos em andamento.

O secretário municipal de Educação, Reginaldo Alves Teixeira, ressaltou que, paralelamente à proposta de alteração da legislação, já está em andamento o planejamento para a realização de concurso público na Educação. “Em paralelo, a gente está fazendo um estudo também para continuar aí com o concurso público, que é uma exigência aí já faz há bastante tempo, e a gente está fazendo esse estudo”, afirmou. Ele explicou que, enquanto o concurso é estruturado, a Secretaria trabalha para viabilizar a renovação dos contratos dos profissionais selecionados, caso a Câmara aprove a alteração legislativa.

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A justificativa administrativa aponta que a realização sucessiva de processos seletivos exige mobilização de equipes para elaboração de editais, inscrições, análise documental, recursos, homologação, convocação, contratação, cadastramento, atribuição e lotação. A repetição desses procedimentos também gera custos e pode provocar dificuldades na organização das unidades e no início dos períodos letivos.

Para os professores, a Secretaria destaca ainda o impacto pedagógico da continuidade dos profissionais. A permanência durante o período em que existir a necessidade temporária contribui para preservar o planejamento, acompanhar a aprendizagem dos estudantes e manter a integração entre docentes, equipes gestoras e comunidade escolar.

A proposta, no entanto, não garante a renovação automática dos contratos. O texto estabelece que a prorrogação dependerá da necessidade da Administração, da permanência da situação temporária de excepcional interesse público, da disponibilidade orçamentária e financeira e do cumprimento dos demais requisitos legais.

O projeto também deixa claro que a ampliação do prazo não transforma os contratos temporários em vínculos permanentes e não substitui o concurso público como forma de ingresso efetivo no serviço público. A Prefeitura informou que, paralelamente à tramitação da proposta, a Secretaria de Educação trabalha em estudos para avançar na realização de concurso público para a área.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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