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Secretário de Saúde e adjunto reúnem-se com conselheiro do TCE para discutir redução da fila de espera de cirurgias no SUS

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Empenhados em buscar soluções para melhorar cada vez mais a saúde pública de Cuiabá, o secretário municipal de Saúde, Guilherme Salomão, o secretário adjunto de Gestão, Eder Galiciani e o assessor técnico Ricardo Venero reuniram-se na manhã desta terça-feira (31) com o presidente da Comissão Permanente de Saúde e Assistência Social do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Guilherme Antonio Maluf. A pauta da reunião foi relacionada às cirurgias eletivas.

“Atendendo a um pedido, do prefeito Emanuel Pinheiro, estamos trabalhando para reduzir a fila de cirurgias eletivas, que está represada há bastante tempo. Vamos assinar junto ao TCE um Termo de Ajuste de Gestão para dar mais celeridade à realização destas cirurgias. O nosso objetivo é acelerar a execução destas operações, para que o tempo de espera diminua cada vez mais para os próximos pacientes que precisarem”, explicou o secretário.

Segundo o secretário de Gestão, o próximo passo é fazer um novo levantamento sobre a situação da fila, uma vez que a vigência do Programa MT Cirurgias, que começou no ano passado, é até final de fevereiro. “Nos próximos quinze dias a Central de Regulação vai fazer um levantamento minucioso da quantidade de pessoas que ainda aguardam na fila e quais são as cirurgias que os pacientes precisam. Ao final deste prazo, voltaremos ao TCE para assinarmos o TAG e já montarmos o cronograma para início das cirurgias”, comentou o adjunto. As pessoas que estão inseridas no MT Mais Cirurgias e que não passarem pelo procedimento ainda em fevereiro, são incluídas neste novo projeto.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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