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Sugestão de Pauta: Unidade do Banco Vermelho será instalada no campus da UFMT nesta terça-feira (10), às 12h30

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Nesta terça-feira (10/12), às 12h30, em frente ao Restaurante Universitário, a Prefeitura de Cuiabá inaugurará mais uma unidade do Banco Vermelho no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). A ação faz parte de uma iniciativa de conscientização sobre a violência doméstica e o feminicídio. A iniciativa contará com a presença da primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro.

O banco, confeccionado em madeira reforçada e com mais de 4 metros de comprimento, é pintado na cor vermelha e traz frases de impacto contra a violência de gênero. Além disso, possui um QR code que dá acesso ao texto completo da Lei Maria da Penha.

A ação é promovida pela Secretaria Municipal da Mulher em parceria com o Instituto Banco Vermelho, uma organização suprapartidária e sem fins lucrativos, que já implementou bancos similares em 12 estados do país, tanto em vias públicas quanto em espaços institucionais.

Em Cuiabá, os bancos estão instalados em locais como a Rodoviária de Cuiabá, Shopping Pantanal, Parque das Águas, Praça Alencastro, Orla do Porto 2, Praça 8 de Abril (Choppão) e Shopping Estação. Novas instalações estão previstas para o Fórum de Cuiabá, Praça Rachid Jaudy e o campus da UFMT.

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Serviço:

Evento: Inauguração do Banco Vermelho no campus da UFMT
Data: Terça-feira, 10 de dezembro
Horário: 12h30
Local: Restaurante Universitário (RU) – UFMT

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.

Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.

A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.

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Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.

Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.

O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.

A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.

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Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.

A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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