VÁRZEA GRANDE

Aluguel Social garante dignidade e segurança às famílias em situação de vulnerabilidade

Publicado em

Prefeitura de Várzea Grande oferece auxílio financeiro temporário às vítimas de catástrofes ou violência doméstica, mais uma ação histórica da nova gestão municipal

“Para mim foi uma maravilha, uma benção. Só tenho que agradecer. Me ajuda muito, foi uma boa ação. Não deixou faltar nada aqui em casa. Eu sou tenho a agradecer a prefeitura. Estou nessa casa há duas semanas, perdemos tudo na casa anterior que pegou fogo e viemos para nova casa, graças ao aluguel social”, assim celebrou Vagna Alves Vieira dos Santos, uma das cinco contempladas pela Prefeitura de Várzea Grande, com o Aluguel Social.

O Aluguel Socisl é uma iniciativa inédita que garante aos assistidos, parcelas mensais de até meio salário mínimo para várzea-grandenses em situação de vulnerabilidade social, violência doméstica ou acometidos por catástrofes.

Dona Vagna, uma senhora que mora junto com o filho, portador de trombose, e seu neto, de seis anos, perdeu tudo o que tinha em um incêndio que atingiu sua antiga casa, que era alugada, no mês passado. Com o Aluguel Social, conseguiu um novo lar no bairro Vila Artur. A dona de casa foi uma das primeiras beneficiadas com o auxílio e recebeu em sua casa a visita da prefeita Flávia Moretti (PL).

Leia Também:  Público prestigia 6º Quero Mais Cultura e lota praça Antônio Sotero de Almeida

“A dona Vagna perdeu todos seus bens, hoje ela está sendo cuidada pela nossa Assistência Social. Encaminharemos ela para todos os outros serviços que realizamos como o Ser Família, que se estende desde alimentos até habitação. Não é um assistencialismo, e sim, um cuidado com os que mais precisam no nosso Município”, pontuou a prefeita.

A secretária de Assistência Social, Cristina Saito, também participou da visita e reforçou que a atuação municipal vai além do repasse financeiro, envolvendo acolhimento, escuta ativa e acompanhamento constante das famílias assistidas.

“O benefício é importante, ele auxilia a pessoa, diante de sua necessidade, à enfrentar situações críticas, seja por violência doméstica, catástrofes naturais e outros problemas. O Aluguel Social é de extrema importância para essa retomada de vida. Estamos de braços abertos para auxiliar todo e qualquer cidadão que precise de ajuda”, explicou.

O ALUGUEL SOCIAL – Sancionada em abril, pela prefeita Flávia Moretti, a lei que criou o Aluguel Social atende casos de calamidade pública, como enchentes, alagamentos e desastres naturais, situações de vulnerabilidade e violência doméstica. Quando configurarem dentro de uma dessas situações, famílias receberão o apoio financeiro para moradia temporária. A medida foi inspirada nas diretrizes do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e busca garantir proteção rápida às famílias em situação de vulnerabilidade extrema.

Leia Também:  Carreta da Saúde tem atendimento estendido até 20 de março em Várzea Grande  

O valor repassado aos beneficiários varia entre R$ 300 a R$ 759. A partir do acionamento, uma equipe da Assistência Social analisa a situação do possível beneficiário e indica o melhor caminho. Os pagamentos são para dois meses, podendo ser prorrogados por até seis meses.

Diante das fortes chuvas que atingiram o Município neste primeiro semestre – especialmente por conta dos alagamentos de fevereiro e de abril – o Aluguel Social já contemplou duas famílias várzea-grandenses.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

Advertisement

VÁRZEA GRANDE

Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

Published

on

Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

Leia Também:  Prefeitura mantém força-tarefa nas ruas mesmo sob chuva

A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

Leia Também:  Prefeitura realiza ação social no bairro Parque do Lago

A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA