VÁRZEA GRANDE

Câmara Técnica analisa impactos urbanos de novos empreendimentos

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Nessas reuniões são avaliados como empreendimentos de diferentes portes impactam a infraestrutura, o meio ambiente, a mobilidade e a qualidade de vida da população

A primeira reunião da Câmara Técnica de análise de Estudos de Impacto de Vizinhança (EIV) e Relatório de Impacto de Vizinhança (RIV) marca um avanço no planejamento urbano de Várzea Grande. O encontro deu início à avaliação de cinco estudos de impacto e dez termos de referência para novos empreendimentos, reforçando o compromisso com o crescimento sustentável da cidade.

A Câmara Técnica avalia como empreendimentos de diferentes portes impactam a infraestrutura, o meio ambiente, a mobilidade e a qualidade de vida da população. Segundo a secretária de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, arquiteta Manoela Rondon Ourives Bastos, esse trabalho é essencial para um crescimento ordenado.

“Os empreendimentos geram impactos que precisam ser analisados com responsabilidade. Adensamento populacional, infraestrutura, valorização imobiliária, tráfego e impactos ambientais são estudados para garantir um crescimento equilibrado e sustentável da cidade”, explicou.

Entre os aspectos discutidos, também são analisadas medidas mitigadoras, como controle de poeira em canteiros de obras, regulamento de horários para minimizar ruídos, adequações na malha viária e compensações para infraestrutura pública, como construção de escolas e ampliação de vias.

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“O EIV e o RIV são ferramentas que permitem ao Poder Executivo tomar decisões embasadas para garantir o desenvolvimento sem comprometer a qualidade de vida da população”, destacou Manoela Rondon.

A reunião também ressaltou a necessidade de tornar o processo de análise mais ágil, com propostas para otimizar a tramitação dos projetos. Para isso, uma sessão extraordinária foi agendada para essa semana, dando continuidade à avaliação de propostas pendentes.

PAPEL ESTRATÉGICO DA CÂMARA TÉCNICA – A Câmara Técnica de Análise de Projetos Urbanísticos da Prefeitura de Várzea Grande desempenha um papel central na avaliação e aprovação de novos empreendimentos imobiliários. Seu objetivo é garantir que os projetos respeitem a legislação urbanística vigente e promovam um crescimento planejado e sustentável.

A análise realizada abrange infraestrutura, acessibilidade, impacto ambiental e viabilidade urbanística. “Um dos fatores considerados é a valorização imobiliária que pode ser gerada pelos novos empreendimentos, refletindo em melhorias na infraestrutura local, ampliação da oferta de serviços e desenvolvimento econômico. Entretanto, a Câmara Técnica busca equilibrar esse crescimento com medidas que assegurem a qualidade de vida dos moradores”, pontua Manoela.

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Outro ponto essencial é a mitigação dos impactos dos empreendimentos, exigindo medidas para minimizar transtornos como aumento do tráfego, ruídos, emissão de poeira e impacto na infraestrutura urbana. Essas ações são condições para a aprovação dos projetos, garantindo um desenvolvimento equilibrado e harmonioso e humanizado da cidade.

A Câmara Técnica é composta por representantes das seguintes secretarias municipais: Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação – SMDURFH; Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável – SEMMADRS; Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana – SMSPMU; Secretaria Municipal de Viação e Obras – SMVO; Secretaria Municipal de Assuntos Estratégicos – SMAE; Secretaria Municipal de Gestão Fazendária – SGF; Departamento de Água e Esgoto – DAE; e, Secretaria de Gestão Fazendária.

“Estamos reforçando o compromisso da gestão com um crescimento planejado, equilibrando desenvolvimento econômico e bem-estar social por meio de uma gestão urbana estratégica e responsável”, concluiu a gestora.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Primeira etapa do Acelera VG já recuperou mais de 6 mil buracos, afirma Flávia Moretti

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que a primeira etapa do programa Acelera VG Tapa-Buracos, realizada na região do Grande Cristo Rei, já resultou na recuperação de mais de 6 mil buracos. Segundo ela, a força-tarefa será ampliada para outras regiões do município, com o próximo cronograma previsto para o bairro Costa Verde.

“O tapa-buraco acontece há algum tempo. A partir de quinta-feira, iremos avançar para novas áreas do município, como o Costa Verde. Lá no Cristo Rei já recuperamos mais de seis mil buracos. O asfalto da região estava bastante deteriorado. Agora contamos com uma nova empresa para executar os serviços de tapa-buracos e aplicação de massa asfáltica. Vamos entregar um asfalto de qualidade para a população”, declarou a prefeita.

O programa foi lançado em 17 de junho na região do Grande Cristo Rei e é executado pela Secretaria Municipal de Viação e Obras. Na primeira etapa, a Prefeitura utilizou 600 toneladas de CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente), com investimento de recursos próprios, para recuperar trechos considerados críticos da malha viária.

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Flávia destacou que a administração enfrenta limitações financeiras para expandir o serviço para toda a cidade, mas garantiu que novas frentes de trabalho serão abertas conforme houver disponibilidade de recursos.

“Recebi o município com a malha asfáltica bastante comprometida. As chuvas de 2024 e 2025 agravaram ainda mais a situação. Ainda não conseguimos realizar o tapa-buraco em toda a cidade porque faltam recursos. O Governo do Estado liberou verbas por meio de um consórcio, e a execução ficará a cargo do Consórcio Intermunicipal do Rio Cuiabá. As vias contempladas já haviam sido definidas pelo Estado, mas consegui incluir algumas que considerei prioritárias”, afirmou.

A prefeita também atribuiu a dificuldade para ampliar os investimentos à baixa arrecadação de tributos municipais e aos compromissos financeiros herdados de gestões anteriores.

“Temos uma alta inadimplência na arrecadação de IPTU e ISSQN, o que limita a realização de algumas obras. Não é falta de vontade, é falta de recursos. Gestões anteriores contrataram financiamentos para custear recapeamento e tapa-buracos, e herdamos parcelas entre R$ 6 milhões e R$ 8 milhões dessas contratações. Hoje, precisamos custear os serviços com recursos próprios, como o dinheiro arrecadado com o IPTU. Infelizmente, a adimplência ainda é baixa”, completou.

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Além da recuperação do pavimento, o Acelera VG prevê a atuação integrada de outras secretarias. Antes da aplicação da nova massa asfáltica, equipes do Departamento de Água e Esgoto (DAE) realizam reparos em pontos com vazamentos. Após a conclusão dos serviços, a Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana é responsável pela sinalização das vias recuperadas.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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