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Cras Santa Maria dá início a projeto de canteiros de ervas aromáticas e medicinais 

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O projeto conta com a participação dos alunos do curso de agronomia da Univag

Além de receber melhorias e ampliação do seu espaço físico, o Centro de Referência em Assistência Social – CRAS, do bairro Santa Maria, dará andamento a novos projetos. Com ajuda dos acadêmicos de Agronomia da Univag – o espaço lateral da unidade social, onde havia uma horta comunitária – dará a vez a canteiros de ervas aromáticas e medicinais, e que serão monitorados pelos próprios alunos.

“A ideia de otimizar esse espaço com esses canteiros agradou a população local que poderá no futuro se beneficiar também da produção”, informou a coordenadora do CRAS, Ionice Feliciana Ribeiro.

Como explica a coordenadora, os canteiros foram construídos de forma suspensa, para facilitar o trabalho do dia a dia, principalmente, uma vez que os idosos que fazem parte do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos é que estarão cuidando do local. “Por ser mais alto eles não precisarão se agachar nem se curvar, caso contrário seria complicado eles se dedicarem a essa atividade”, certificou.

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A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, disse que o CRAS Santa Maria possui uma excelente estrutura e com a ampliação e reforma geral da unidade, vai poder ampliar os projetos existentes e dar início a novos projetos também.

Quanto a parceria de serviços junto a Univag, Ana Cristina avalia como indispensável. “São ótimos parceiros e tem sido muito importante na execução de diversas ações e atividades realizadas no município, seja na Assistência Social, ou na secretaria de Educação. Estamos felizes em poder contar com a disposição dos alunos que vem demonstrar na prática, os fundamentos da teoria, e com muita determinação em tudo que fazem. Temos em nossas unidades, acadêmicas do curso de nutrição que estão realizando visitas nos polos com palestras e informações sobre alimentação saudável, e agora os alunos do curso de agronomia, com a formação dos canteiros de ervas aromáticas e medicinais”, comemorou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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