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Crianças do bairro São Mateus recebem visita do  teatro de fantoche da secretaria de Educação

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Os participantes dos Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do bairro São Mateus – receberam nesta manhã (25) – a visita do teatro de fantoches de integrantes da Secretaria de Educação, que foram ao local para falar de um problema de saúde pública, o combate ao mosquito da dengue, e os cuidados que devemos ter para evitar essa doença. 

Durante a apresentação os alunos se interagiram com os bonecos, e puderam, de forma lúdica, aprender a ter atitudes simples, como cuidar de plantas e vasos e outros objetos que acumulam água, e dessa forma evitar a proliferação do mosquito, transmissor da dengue. 

Como explica a coordenadora da Proteção Especial Básica, Bernadete Miranda, essas ações contribuem para o desenvolvimento das crianças que de uma forma bem divertida, aprendem brincando. “Além das rodas de conversas que tratam deste e de outros temas, seja de cuidados ou prevenções, a utilização deste tipo de entretenimento, ajuda as crianças a perceberem a importância de se prevenir contra a doença, neste caso, a dengue”. 

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A coordenadora destacou ainda a participação de vários profissionais que atuam na Educação, Saúde e Guarda Municipal que promovem sempre esse convívio com as crianças, que participam dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, numa parceria de suma importância. 

A coordenadora destaca ainda que assim como os integrantes do bairro São Mateus receberam a visita do teatro de fantoche, outras unidades também terão o privilegio de assistir ao espetáculo. “Já elaboramos um calendário de apresentação nos bairros onde são realizados os serviços de convivência. Até o mês de o grupo visitará todas as unidades sociais do município”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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