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DAE irá notificar empresa por atraso na obra da adutora no bairro Paiaguás

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O compromisso foi firmado em 2024, por meio de termo oficial, que também previa a entrega de projeto técnico com base em croqui fornecido pelo DAE, e a realização integral das obras antes da entrega das unidades residenciais.

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG) irá notificar oficialmente a empresa J.E Construções Ltda pelo não cumprimento do termo de compromisso firmado em agosto de 2024, relacionado à execução de obras de infraestrutura de abastecimento de água no bairro Paiaguás.

A empresa solicitou a emissão de Diretrizes para Projetos de Abastecimento (DPA) para viabilizar dois loteamentos residenciais, com 142 e 118 unidades habitacionais. Como contrapartida, o DAE condicionou a aprovação à execução, por parte da empresa e com recursos próprios, de duas extensões de rede de água na Rua Emília Jacinta Neto, sendo: duas extensões de rede, uma com tubulação de 200mm, partindo da Avenida Filinto Muller até a Rua Antônio Saleno, e outra com tubulação de 150mm, entre a Rua Antônio Saleno e a Rua Jacó.

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O compromisso foi firmado por meio de termo oficial, que também previa a entrega de projeto técnico com base em croqui fornecido pelo DAE, e a realização integral das obras antes da entrega das unidades residenciais.

Apesar das reiteradas cobranças da Autarquia e da Secretaria de Obras, as obras ainda não foram iniciadas pela empresa. Segundo o termo, essa omissão autoriza o DAE a revogar as aprovações concedidas (DPA/DPE e APA) e tomar as medidas legais cabíveis.

Diante disso, o DAE informa que está reforçando a notificação formal à empresa e cobrando providências imediatas para o cumprimento das obrigações pactuadas, a fim de garantir o abastecimento de água e a infraestrutura necessária para os moradores da região.

“Firmamos parcerias com a iniciativa privada para que os empreendimentos cresçam com responsabilidade. Mas essas parcerias precisam ser respeitadas”, destacou o diretor-presidente do DAE, Zilmar Dias.

O DAE reforça que está à disposição para esclarecimentos técnicos, mas seguirá adotando todas as medidas necessárias para assegurar o interesse público e o bom funcionamento do sistema de abastecimento de Várzea Grande.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande

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Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.

Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.

A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.

Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.

A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.

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Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.

Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.

“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”

A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.

Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.

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“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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