VÁRZEA GRANDE

Flávia Moretti defende transformação digital na abertura do Cidades Inovadoras

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Prefeita representou os gestores de Mato Grosso e destacou a retomada das obras do Parque Tecnológico e participa nesta quarta (2) às 10h30 da palestra “Do analógico ao digital”, além de acompanhar a visita da ministra Luciana Santos à obra em Várzea Grande a partir das 14h

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), representou os prefeitos de Mato Grosso na abertura oficial da 4ª edição do evento Cidades Inovadoras, realizada na noite desta terça-feira (1º), na sede da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em Cuiabá. A cerimônia contou com a presença da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, e marcou o lançamento da 2ª edição do Prêmio Cidades Inovadoras.

Durante sua fala, Flávia Moretti fez um diagnóstico direto da realidade que encontrou ao assumir a gestão. “A verdade é que a prefeitura de Várzea Grande não era nem analógica, era apenas física. Tudo em papel, sem dados, sem controle. Desde o primeiro dia assumi o desafio de digitalizar os serviços e aproximar o cidadão da gestão pública”, declarou.

Ela destacou os avanços já conquistados nos primeiros seis meses, com informatização de serviços essenciais e controle de dados em tempo real. “Hoje tenho as informações das UPAs na palma da mão. A tecnologia é a ponte entre o poder público e a dignidade da população. E isso já está fazendo diferença na vida do várzea-grandense”, completou.

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A prefeita também reforçou a importância da retomada das obras do Parque Tecnológico de Várzea Grande, paralisadas há três anos. “Lutei lá atrás para que o parque viesse para Várzea Grande. Agora, como prefeita, dei o start na obra e já estamos na fase final. Vamos inaugurar ainda este ano”, afirmou.

A ministra Luciana Santos elogiou o evento e a mobilização dos municípios para pensar o futuro com inovação e responsabilidade social. “Este é um espaço fundamental para refletirmos sobre o futuro das nossas cidades, mas também sobre o presente: cuidar das pessoas, diminuir desigualdades, melhorar a mobilidade, a segurança pública. Ciência e tecnologia têm que estar integradas a essas áreas”, destacou.

Ela também apresentou programas do Ministério da Ciência e Tecnologia voltados aos municípios, como o Inteli.gente, que oferece dados e diagnósticos para apoiar a gestão. “Cidades inteligentes não são aquelas que usam apenas tecnologia de ponta, mas aquelas que colocam as pessoas em primeiro lugar”, disse.

O secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, reforçou o simbolismo da abertura com a presença da ministra e elogiou o comprometimento da prefeita de Várzea Grande. “Quero destacar o prestígio de termos hoje a ministra Luciana Santos conosco. E agradecer o desprendimento da prefeita Flávia Moretti, que assim que tomou posse nos procurou para dar início às obras do entorno do Parque Tecnológico. Amanhã estaremos lá com a ministra, visitando esse espaço que será referência para o estado”, anunciou.

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O presidente da AMM, Leonardo Bortolini, lembrou sua trajetória como ex-prefeito e destacou que inovação precisa estar a serviço das pessoas. “Lembro quando estive aqui, anos atrás, buscando inovação como prefeito. Agora volto como presidente da AMM, reafirmando que tecnologia não existe sem pessoas. Vamos falar de inteligência artificial, sustentabilidade, sim, mas sempre com foco nas pessoas”, afirmou.

O EVENTO – A programação do Cidades Inovadoras segue até quinta-feira (3), com oficinas, painéis, apresentações de soluções tecnológicas e visitas técnicas. Um dos pontos altos será a visita da ministra Luciana Santos ao Parque Tecnológico de Várzea Grande nesta quarta-feira (2), às 14h, acompanhada da prefeita Flávia Moretti e demais autoridades.

Mais cedo, às 10h40, a prefeita também participa do painel “Inovação na Gestão Pública – Experiências e Projetos em Municípios”, onde apresentará a palestra “Do analógico ao digital”, detalhando a transformação digital em curso na cidade.

O evento é promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Parque Tecnológico de Mato Grosso e Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (Faespe), com apoio da AMM, Sebrae, TCE-MT e Fapemat.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

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A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

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Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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