VÁRZEA GRANDE

Flávia Moretti vistoria condições de atendimento e estrutura física do Pronto-Socorro e Hospital Municipal

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Acompanhada da secretária de Saúde, Deisi Bocalon, do vereador Lucas do Chapéu do Sol e de sua equipe técnica, prefeita conferiu todos os setores da unidade de saúde e se surpreendeu com internações em corredor, falta de insumos, salas mal utilizadas e ou interditadas e até goteira em sala de raio-x

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), escolheu o Pronto-Socorro e Hospital Municipal (PSHMVG) da cidade para ser o primeiro prédio público a passar uma visita técnica. Flávia, que foi empossada no último dia 1º, fez questão de fazer uma vistoria para avaliar as condições em que está ‘herdando’ a mais importante unidade de saúde da cidade, bem como referência à Baixada Cuiabana e municípios de todo estado. Ela ficou estarrecida com o que encontrou: sala interditada por estar tomada por mofo, pacientes ‘internados’ em macas pelos corredores, falta de insumos, goteiras em sala do raio-x, equipamentos de ponta, como respiradores, incubadoras, berços aquecidos amontados em uma espécie de almoxarifado.

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Ainda nas dependências do PSHMVG A prefeita ouviu relatos de desaparecimentos de máquinas na lavanderia e vai averiguar a veracidade para medidas cabíveis. “Minha prioridade era o DAE, agora se tornou a saúde. É preciso ofertar condições de trabalho aos profissionais, especialmente insumos, bem como melhorar as condições de acolhimento aos pacientes, seja com oferta de profissionais como de estrutura”, defendeu.

Como primeiro ato da atual gestão, na Saúde, a prefeita determinou que a direção do PSMHVG fizesse de imediato uma relação de insumos essenciais para não interromper o atendimento de urgência e emergência. A motivação para o reabastecimento da farmácia veio assim que a prefeita foi abordada por um médico-cirurgião que relatou que estava sem fio adequado para sutura de abdômen.

VISTORIA – Flávia esteve acompanhada da secretária de Saúde, Deisi Bocalon, da nova diretora do Pronto-Socorro, Erika Carvalho, do vereador Lucas do Chapéu do Sol, e de técnicos da unidade.

A prefeita conheceu todos os setores da unidade e foi muito bem-recebida por servidores, pacientes e acompanhantes. Conversou, ouviu demandas e palavras de incentivos. Entre os acompanhantes estava a dona-de-casa Evanil Fátima, moradora de Várzea Grande, que estava à espera dos resultados de exames da irmã, para saber se se teria alta ou não. Na conversa rápida com a prefeita Flávia, Evanil desejou sucesso e pediu melhorias para a unidades.

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Uma observação que a prefeita fez, ao ouvir os técnicos que participaram da visita, Flávia pediu que haja uma maior interação entre a secretaria de Saúde e outras pastas como Assistência Social e a Procuradoria. “Acabei de saber de uma família que está morando há oito meses aqui na ala pediátrica porque a criança necessita de home care. Numa situação dessas, em que o home care pode ser solicitado por via judicial, a família precisa ser esclarecida, saber do direito que tem, como requerer, onde buscar. E será por meio dessa interação que direitos serão assegurados e não teremos mais situações como essas aqui”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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