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Grupo de idosos da Alameda participam de quadrilha e desfile de acessórios artesanais

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Quem disse que quadrilha e desfile de joias não combinam? Tanto combinam que o grupo de idosos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – do polo Alameda – realizaram uma festança ‘Tudo Junto e Misturado’. O Centro de Eventos da Orla da Alameda foi o palco da festança, que contou com a presença da secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira.

“Junho é mês festivo e a gente aproveita esse clima, para fazer a integração dos grupos da terceira idade, num momento de acolhimento e respeito pelos nossos integrantes. E é tão bacana ver o comprometimento deles em todas as atividades propostas, e em especial, na quadrilha onde eles participam ativamente. A alegria estampada no rosto de cada um, nos motiva a trabalhar muito mais em prol desse grupo tão especial”, declarou a secretária.

Ana Cristina disse ainda que todos os dias existe uma atividade diferente e, que os grupos de idosos, desenvolvem durante os encontros do Serviço de Convivência. “E o resultado dessas ações são idosos mais felizes, e essa é a nossa missão”.

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A coordenadora da Proteção Básica, Bernadete Miranda, disse que as orientadoras sociais têm realizado um excelente trabalho, seja com os grupos de idosos, ou de crianças e adolescentes. “Estamos sempre presente nos encontros e vemos que todos os eixos temáticos têm sido trabalhados de forma espetacular, e o engajamento das orientadoras no sentido de criar as dinâmicas, têm contribuído de forma positiva no impacto social das famílias atendidas pelo programa”.

A orientadora social, do polo da Alameda, Nelita Forte de Oliveira, disse que os grupos de idosos são participativos em todas as propostas de atividades, eles não só levam a sério, como fazem questão de concluir todas as tarefas. “Num primeiro momento realizamos a oficina de acessorios artesanais e o resultado foi de colares e pulseiras maravilhosos. Elas fizeram questão de usar os acessórios no dia da festa junina e nós então fizemos a quadrinha e o desfile, ‘Tudo Junto e Misturado’, e o resultado foi muita animação”.

A orientadora social disse ainda, que o cardápio da festa foi preparado pelos próprios integrantes e cada um ficou com a missão de levar um prato típico de festas juninas. “O importante é que todos contribuem e compartilham de tudo. Essa também é uma das finalidades do serviço de convivência, fortalecer os laços familiares e comunitários”.

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Dona Joana Maria era só felicidade. Ela conta que já participa do serviço de convivência faz tempo e que não perde um encontro. “Aqui eu me sinto bem e, posso ser quem eu sou de verdade. Tenho amigos e aproveito cada momento para aprender e a viver com mais leveza. Tudo que fazemos aqui é para melhorar a nossa qualidade de vida e esse programa é importante porque valoriza a terceira idade”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande

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Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.

Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.

A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.

Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.

A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.

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Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.

Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.

“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”

A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.

Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.

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“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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