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Mutirões de limpeza se concentram em várias regiões de Várzea Grande, inclusive no grande Cristo Rei

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Equipes realizam capinação, varrição, retirada de entulhos e manutenção da iluminação em avenidas, bairros e praças, seguindo a programação diária de serviços urbanos do Município

A Prefeitura de Várzea Grande intensificou, nesta quarta-feira (11), os serviços de manutenção urbana com um mutirão de limpeza concentrado nas ruas da região central do Grande Cristo Rei. As equipes executam atividades de varrição, capinação e retirada de resíduos e entulhos, contribuindo para a conservação dos espaços públicos e melhoria da qualidade de vida da população.

Ao todo, cerca de 30 trabalhadores foram mobilizados para a ação, entre garis, líderes de equipe, motoristas e operador de retroescavadeira, garantindo agilidade na execução dos serviços e maior alcance das frentes de trabalho.

Além do Grande Cristo Rei, os serviços de limpeza e manutenção também ocorrem em outros pontos da cidade, conforme programação diária da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana. Entre os locais atendidos estão importantes vias como as avenidas Alzira Santana, Arthur Bernardes, Castelo Branco, Couto Magalhães, FIlinto Müller, Miguel Leite e Prefeito Murilo Domingos, além da Avenida Aleixo Ramos, na região da Guarita.

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As equipes também realizam serviços em diversos bairros e espaços públicos, como Centro Norte, nas proximidades do 4º Batalhão, Centro Sul, Colinas Douradas, Costa Verde, Jardim Aeroporto, Jardim Primavera, Júlio Domingos, Marajoara, Ponte Nova, Santa Cecília, São Matheus e São Simão. O mutirão ainda contempla áreas de lazer e convivência, como o Parque Tanque do Fancho, Praça Nossa Senhora do Carmo e Praça Sarita Baracat, além da Rodovia Mário Andreazza.

De acordo com o secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, as ações fazem parte de um trabalho contínuo de manutenção da cidade.

“O objetivo é manter a cidade limpa, organizada e com infraestrutura adequada para a população. As equipes trabalham diariamente em diferentes regiões, seguindo um cronograma que permite atender todos os bairros ao longo da semana”, destacou o secretário.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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