VÁRZEA GRANDE

Obra da ETE Santa Maria entra em nova fase com instalação de tubulação e concretagem da estrutura preliminar

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Paralisada por mais de uma década, a meta agora é de que até o fim de 2025, projeto esteja operando com capacidade para atender 25% da população várzea-grandense

A ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Santa Maria/Costa Verde – o mais importante investimento em saneamento de Várzea Grande -, avança com novas etapas em execução. Nesta quarta-feira (30), chegaram ao canteiro de obras as tubulações de esgoto com 600 milímetros de diâmetro, que serão instaladas para fazer a ligação entre a estrutura preliminar e a lagoa de tratamento. As peças são consideradas fundamentais para o funcionamento do sistema.

A engenheira Sanitarista responsável pela obra, Bernadete da Silva Siqueira, acompanhou a chegada dos equipamentos e destacou que o cronograma está sendo cumprido conforme o previsto para a primeira etapa da estação.

“Estamos avançando dentro do prazo estipulado. A instalação da tubulação e a finalização da estrutura preliminar são marcos importantes para que possamos iniciar os testes operacionais nos próximos meses”, afirmou a engenheira.

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Além da chegada da tubulação, a concretagem da estrutura preliminar está em fase final. Essa etapa prepara o sistema para o recebimento e início do tratamento dos efluentes da região.

Com execução em ritmo acelerado e investimento de recursos próprios, a meta é que, até o fim de 2025, a ETE esteja operando com capacidade para atender 25% da população de Várzea Grande, o que representa cerca de 40 mil pessoas.

O PROJETO – A construção da ETE Costa Verde/Santa Maria integra um conjunto de investimentos estruturantes em infraestrutura urbana e saneamento básico. O projeto está vinculado a um convênio federal que está sendo reestruturado pela atual gestão, com o objetivo de assegurar a continuidade e a conclusão da obra, considerada estratégica para o futuro sustentável de Várzea Grande.

No final de maio, a prefeita foi a Brasília com objetivo de destravar as obras da ETE, lançadas ainda em 2013, mas paralisadas ao longo dos anos. “Fomos destravar um contrato de quase 12 anos, e com apoio do senador Wellington Fagundes e do governo federal”, explicou a prefeita.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande

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Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.

Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.

A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.

Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.

A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.

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Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.

Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.

“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”

A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.

Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.

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“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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