VÁRZEA GRANDE

Prefeita recebe ‘Mulheres Arteiras’ e garante apoio à reativação de Centro Comunitário

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De imediato, Flávia Moretti garantiu que a prefeitura dará início a serviços emergenciais no local, como a limpeza do terreno e outras ações necessárias para a segurança e uso inicial do espaço

A Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), recebeu em seu gabinete o grupo de artesãs “Mulheres Arteiras”, do bairro Mapim. O encontro teve como objetivo discutir a busca por apoio para a reativação do Centro Comunitário do bairro Cabo – está fechado -, pois o grupo planeja transforma o espaço em um ponto de venda para os produtos artesanais que produzem.

As artesãs apresentaram à prefeita, na última segunda-feira (20), a iniciativa de reestruturar o espaço, buscando auxílio também da iniciativa privada. A reativação do local é defendida como uma oportunidade de geração de renda e valorização da cultura local.

De imediato, a prefeita garantiu que a prefeitura dará início a serviços emergenciais no local, como a limpeza do terreno e outras ações necessárias para a segurança e uso inicial do espaço.

Flávia destacou a importância do empreendedorismo feminino e do artesanato para a identidade do Município, que se mantém vivo, passando de geração em geração. “Nosso artesanato é um patrimônio de Várzea Grande e as Mulheres Arteiras representam a força e a criatividade da nossa gente. É fundamental que a gestão pública ofereça o suporte necessário para que esses projetos floresçam. Garantir um espaço no Centro Comunitário é um passo para transformar um sonho em realidade, promovendo inclusão social e desenvolvimento econômico na comunidade”, disse.

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A secretária de Assistência Social, Cristina Saito, que também participou da reunião, ressaltou o papel da arte como ferramenta de inclusão social. “A promoção de oportunidades de geração de renda, como o artesanato, é essencial para a autonomia das famílias. Ver um grupo de mulheres se organizando para reativar um espaço comunitário e buscar seu sustento através da arte é inspirador. Vamos trabalhar em conjunto para que essa iniciativa prospere e possa servir de modelo para outras comunidades, oferecendo capacitação e apoio técnico”, afirmou.

O vereador Caio Cordeiro (PL), que acompanhou o grupo, e realizou a interlocução da agenda, reforçou a necessidade da proximidade entre a comunidade e o projeto.

“A reativação do Centro Comunitário no Cabo Michel é um pedido legítimo e urgente da comunidade, é um projeto que une a recuperação de um bem público com a geração de renda e cultura. O empenho da prefeita Flávia Moretti em dar o suporte inicial é a resposta que a comunidade precisava. Continuarei fiscalizando e auxiliando em todas as etapas para que as nossas ‘Arteiras’ tenham seu espaço para trabalhar e vender seu talento.”

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

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A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

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Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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