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Prefeitura de Várzea Grande anuncia nome da nova secretária municipal de Saúde

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A Prefeitura de Várzea Grande informa que, nesta terça-feira (24), a prefeita Flávia Moretti (PL) anunciou o nome da nova secretária municipal de Saúde. A advogada e enfermeira Valéria Aparecida Nogueira assumirá a Pasta em substituição à atual titular, Deise Bocallon, que deixará o cargo, a pedido, no próximo dia 31 de março.

A posse será formalizada após a publicação do ato no Diário Oficial.

Com ampla experiência na administração pública e na área da saúde, Valéria Nogueira possui formação em Direito e Enfermagem, além de especializações em Direito Público, Direito Penal, Processo Penal e Gestão Hospitalar. A nova secretária também atua como professora de pós-graduação, com disciplinas voltadas à gestão, auditoria, bioética, legislação e políticas públicas em saúde.

Servidora pública do Estado de Mato Grosso desde 2001, Valéria acumulou funções estratégicas ao longo de sua trajetória, como superintendente adjunta de Regulação da Secretaria de Estado de Saúde, diretora técnica do Hospital Adauto Botelho, além de ter presidido comissões de processos administrativos disciplinares e atuado na Auditoria Geral do Estado. Também exerceu a função de secretária executiva do Conselho de Ética Pública do Estado.

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Atualmente, desenvolve atividades técnicas na área de judicialização dos serviços de saúde, com foco na garantia de acesso e eficiência no atendimento à população.

Valéria Nogueira é ainda autora de artigos na área de administração pública e coautora de obras jurídicas, com reconhecimento internacional por sua atuação acadêmica e técnica, incluindo premiações e distinções recebidas na Europa.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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