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Produtores rurais recebem insumo orgânico para fortalecer agricultura familiar

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Pequenos agricultores vão receber a ‘cama de frango’, uma espécie de palhada orgânica que protege e aduba o solo, potencializa a produtividade e reduz a dependência de agroquímicos

A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande (SEMMADRS), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), realiza amanhã, dia 12, uma importante ação em benefício de 30 produtores rurais das comunidades dos distritos de Limpo Grande e Formigueiro. Eles irão receber a “cama de frango”, um insumo orgânico utilizado para enriquecer o solo com nutrientes essenciais à produção agrícola.

A iniciativa faz parte do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATEG) em Olericultura, área da agricultura voltada ao cultivo de hortaliças, como alface, couve, cenoura, tomate, entre outras. O transporte da cama de frango está sendo feito com o apoio logístico da própria Secretaria, por meio do caminhão oficial, garantindo a entrega direta nas propriedades dos agricultores atendidos.

O QUE É A CAMA DE FRANGO? – A cama de frango é composta por resíduos orgânicos retirados dos galpões de criação de aves, como fezes, restos de ração e material vegetal usado na forração (como maravalha ou palha). Esse composto é altamente nutritivo, rico em nitrogênio, fósforo e potássio, elementos fundamentais para o desenvolvimento das plantas. Quando devidamente manejada, a cama de frango melhora a fertilidade do solo, favorece o aumento da produtividade e contribui para uma agricultura mais sustentável e de baixo custo para o produtor.

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“A ação reforça o compromisso da Prefeitura de Várzea Grande com o fortalecimento da agricultura familiar e a promoção de práticas sustentáveis no campo. Além disso, representa uma oportunidade para os pequenos produtores ampliarem sua produção com mais eficiência e menor dependência de fertilizantes químicos”, pontuou o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande, Ricardo Amorim.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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