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Secretaria de Obras apresenta propostas estruturantes durante a 7ª Conferência Municipal da Cidade

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Entre os principais destaques está o projeto de fechamento do anel viário do Aeroporto Marechal Rondon, com a implantação de novas vias nas regiões oeste e sul do terminal, somando mais de 3,5 quilômetros de extensão

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Viação e Obras (SMVO), teve participação de destaque na 7ª Conferência Municipal da Cidade, realizada ontem (10), no Centro Universitário do Univag. Com o tema “Construindo a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano: caminhos para cidades inclusivas, democráticas, sustentáveis e com justiça social”, o evento reuniu gestores públicos, especialistas, conselhos e representantes da sociedade civil.

Durante os debates, a equipe técnica da SMVO apresentou propostas voltadas à infraestrutura, saneamento, mobilidade urbana, acessibilidade e sustentabilidade. Entre os principais destaques está o projeto de fechamento do anel viário do Aeroporto Marechal Rondon, com a implantação de novas vias nas regiões oeste e sul do terminal, somando mais de 3,5 quilômetros de extensão.

As vias foram planejadas com base na Lei Complementar nº 4701/2021, que estabelece diretrizes urbanísticas para vias arteriais de 36 metros de largura, com calçadas de 3 metros, ciclofaixas e infraestrutura voltada ao transporte coletivo. O projeto visa ampliar a conectividade entre bairros, facilitar o deslocamento de moradores da região do Parque do Lago e absorver o fluxo de veículos oriundos da região do Coxipó, em Cuiabá.

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“A Conferência é uma oportunidade importante para discutir o futuro da cidade com participação popular e técnica. Apresentamos propostas concretas, com base em planejamento e legislação, que podem transformar a mobilidade urbana e garantir mais qualidade de vida para a população”, afirmou o secretário de Viação e Obras, Celso Pereira.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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