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Secretaria de Saúde orienta população sobre necessidade de atualização do Cartão do SUS

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Os dados que precisam ser atualizados são: endereço completo, incluindo CEP, número de celular e o número do CPF

A secretaria de Saúde de Várzea Grande está agilizando a demanda por exames e procedimentos médicos que agora passarão s ser realizados no município, por meio do Fila Zero. Entre os pedidos represados, existem aqueles que estavam suspensos desde a gestão passada e outros que serão ampliados. Mas para que o cidadão tenha acesso a esses serviços é necessário manter atualizados os dados cadastrais do Cartão Nacional de Saúde, também chamado de Cartão SUS.

Os dados que precisam ser atualizados são: endereço completo, incluindo CEP, número de celular e o número do CPF.

Através deste cartão, são realizados contatos para agendamento de consultas, exames e cirurgias. Portanto, é fundamental que o cadastro dos pacientes esteja sempre atualizado.

Como explica a Técnica de Regulação, Mariely Patricia Monteiro, com as informações corretas e atualizadas, é possível acompanhar o histórico do paciente, e garantir o encaminhamento adequado para especialistas. “Um dos problemas enfrentados por nossa equipe é justamente a demora no contato com o paciente, que ao mudar de endereço ou telefone não informa para a correção dos dados, o que acaba impossibilitando o nosso contato”.

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Ela destacou ainda que o Município possui uma demanda grande de exames, solicitados pelos médicos, cujos pacientes estão com inconsistência cadastral, o que impossibilita o agendamento. Isso causa a sensação de atraso na realização do procedimento, pois não se consegue contato com o paciente.

A secretária de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que além de garantir um atendimento ágil, o Cartão do SUS contribui para a melhoria dos serviços oferecidos. “Com os dados atualizados a população terá uma comunicação mais rápida com as equipes de saúde, principalmente, com os que atuam no setor de regulação. “É Importante ressaltar que a impossibilidade de contato da central de regulação com o paciente, possibilita a exclusão do mesmo da fila de espera. Impossibilitando o atendimento a posteriori, ou seja, tem de começar o processo tudo novamente, com consulta, solicitação de exames e regulação”.

APLICATIVO – É possível consultar uma versão digital do Cartão Nacional de Saúde — ou Cartão do SUS — por meio do aplicativo Meu SUS Digital. O documento, que apresenta uma sequência de 15 números, permite a identificação de cidadãos brasileiros ao usar os serviços públicos de saúde do país.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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