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Servidora da Saúde integra equipe do Consems de Mato Grosso

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Sandra Cristina Pavani terá como missão, cooperar para implementação da política pública de saúde, planejamento, controle e avaliação

A servidora de carreira da prefeitura de Várzea Grande, Sandra Cristina Pavani, passou a integrar a equipe de apoiadores do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Consems – MT), para o ano de 2025. Ela foi indicada pela titular da Pasta, Deisi Bocalon, e terá como missão, cooperar na implementação para política pública de saúde, planejamento, controle e avaliação.

Sandra Pavini conta que ficou surpresa e grata pela indicação. “Estou muito feliz com essa indicação e também pelo reconhecimento ao trabalho desenvolvido na pasta. Vou, juntamente com os demais apoiadores, colaborar, de forma mais atuante, no fortalecimento da gestão do SUS no estado de Mato Grosso”, destacou.

O Consems é uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, e tem por missão consolidar-se como um Conselho representativo, atuante e cooperativo na formulação, avaliação da política e implementação do SUS, com o apoio das Secretarias Municipais de Saúde.

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No início do mês, foi realizado o primeiro encontro com apoiadores do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso, conduzido pelo coordenador de Apoio, Rogério Noro. Durante a reunião foram dados novos direcionamentos de processos de trabalho do apoiador, para fortalecer tecnicamente os secretários municipais de saúde do Estado, além de orientações de pautas.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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