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Técnicos do Ministério da Saúde visitam unidades de saúde de Várzea Grande 

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A visita técnica é uma forma de conhecer a realidade do Município e dos trabalhos que estão sendo desenvolvidos pelas unidades de saúde no que se refere ao atendimento, ao diagnóstico e ao tratamento dessas doenças

Com o objetivo de fortalecer a resposta ao enfrentamento às arboviroses, o município de Várzea Grande, recebeu nesta quarta-feira (26), uma equipe de profissionais técnicos do Ministério da Saúde. Eles vieram observar a condução dos procedimentos médicos, bem como a estrutura física e clínica das unidades para os pacientes com sintomas de dengue, zika e chikungunya, e posteriormente, a continuação do tratamento.

A enfermeira da Fundação Nacional do Sistema Único de Saúde (FNSUS), Neylane Moura, e o Apoiador Institucional do Ministério da Saúde, Fernando Brandini – juntamente com a equipe das secretarias de Saúde do Estado e Município – visitam a Unidade Básica de Saúde do bairro Marajoara, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Ipase e o Pronto-Socorro e Hospital Municipal.

Os representantes do governo federal fizeram levantamentos em todas as unidades, conversaram com os médicos e gestores, bem como observaram a atuação de atendimento em cada local visitado. Eles terão como missão fazer um relatório funcional de cada unidade e os apontamentos, que se fizerem necessários, para a melhor qualidade na prestação do serviço.

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O superintendente da Atenção Primária, Márcio Frederico Macedo Arruda, informou que a visita técnica é uma forma de conhecer a realidade do Município e dos trabalhos que estão sendo desenvolvidos pelas unidades de saúde no que se refere ao atendimento, diagnóstico, tratamento e demais procedimentos realizados a partir da confirmação da doença.

O superintendente fez questão de reforçar que os “técnicos do MS não vieram a Várzea Grande para fiscalizar o município, muito pelo contrário. Eles estão buscando entender o trabalho desenvolvido no que tange às arboviroses. Mato Grosso tem contabilizado aumento nos casos de arbovirores, e essa é uma questão preocupante e que necessita de ações e medidas que promovam a prevenção e tratamento das doenças”.

A subsecretária e diretora do Pronto-Socorro, Érika Auxiliadora Duarte Carvalho, destacou a importância da visita dos representantes do governo federal, na busca de informações e na percepção da realidade de cada ambiente visitado. “O nosso município está de portas abertas. É importante esse levantamento das unidades e dos atendimentos prestados. Desde que assumimos a pasta, já realizamos várias melhorias, mas estamos trabalhando para avançar muito mais. Estamos num caminho de construção e o olhar e apoio do governo federal é muito importante para a melhoria na nossa rede de atendimento à saúde”.

A servidora da secretaria de Saúde e que atua na gerência de monitoramento da Atenção Primária, Alessandra Stefans, lembra que Mato Grosso está no contexto nacional nos casos de arboviroses, e que os casos de óbitos de chikungunya são os maiores registrados no Brasil. “Por isso foi proposta essa série de visitas, tanto em Várzea Grande, como em Cuiabá. Neste primeiro momento é a parte da visitação, para entender o serviço, apoiar e orientar. Também teremos a parte das oficinas que vai envolver tanto os gestores como profissionais da saúde para trabalharem juntos e encontrar solução de uma melhor assistência, e também, para organizar a rede de Saúde”, destacou.

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CAPACITAÇÃO – Nesta quinta e sexta-feira (27 e 28) os gestores e profissionais da secretaria de Saúde, de Várzea Grande e Cuiabá estarão participando de uma oficina: ‘Estratégias Integradas para a Organização da Rede de Atenção e do Manejo Clínico das Arboviroses’, no hotel Fazenda Mato Grosso.

O evento tem por objetivo qualificar profissionais e gestores da Atenção Primária à Saúde (APS), da rede de Urgência e Emergência, na implementação de estratégias integradas para a organização e no manejo clínico da dengue, por meio da formação de multiplicadores.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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