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Um sopro de esperança: dona Maria Aparecida realiza sonho de voltar a viver com mais liberdade

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Desde 2023, dona Maria vem sendo acompanhada com oxigenoterapia domiciliar, tratamento essencial para manter sua qualidade de vida. Durante esse período, surgiu a necessidade de um equipamento que garantisse maior mobilidade no dia a dia, já que o uso contínuo do oxigênio limita suas atividades fora de casa

Foi com um sorriso no rosto e o coração cheio de gratidão que dona Maria Aparecida da Silva, de 59 anos, recebeu das mãos da prefeita Flávia Moretti (PL) um suporte de cilindro de oxigênio que vai transformar sua rotina e devolver a ela um pouco mais de autonomia e liberdade.

Moradora de Várzea Grande, dona Maria depende do uso contínuo de oxigênio 24 horas por dia. A dificuldade para se locomover e realizar atividades simples do dia a dia, como ir ao mercado, à padaria ou visitar familiares, fazia com que muitos dos seus desejos fossem interrompidos ou exigissem uma verdadeira força-tarefa para que alguém carregasse o cilindro por ela. Mas, agora, com apoio, essa realidade vai começar a mudar.

O encontro entre dona Maria e a prefeita aconteceu no último sábado, 30, durante uma ação social na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Alino Ferreira de Magalhães’, no bairro Maringá I. Ao ver a prefeita, dona Maria aproveitou a oportunidade para fazer um pedido muito especial: um suporte de transporte para o cilindro portátil de oxigênio, que a ajudaria a se deslocar com mais facilidade e dignidade.

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Sensibilizada com a história, a prefeita acionou imediatamente a equipe da Secretaria Municipal de Saúde que, em parceria com a Emad (Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar), conseguiu viabilizar a doação do equipamento. E, na última terça-feira (2), a entrega foi realizada.

A prefeita Flávia Moretti fez questão de visitar dona Maria em sua residência para entregar, pessoalmente, o suporte do cilindro, e a emoção tomou conta do encontro.

“É um sonho realizado. Agora posso sair de casa, visitar minha família, fazer minhas compras… Eu estou muito feliz e agradeço de todo o coração”, disse dona Maria, emocionada.

DESAFIOS – A vida de dona Maria nunca foi fácil. Natural de São Paulo, ela chegou a Várzea Grande aos 22 anos, em busca de melhores oportunidades. Aos 8 anos, ainda na infância, começou a fumar para tentar afastar os mosquitos da roça onde vivia, um hábito que, anos depois, comprometeu gravemente seus pulmões. Hoje, ela respira apenas com um deles e precisa do auxílio constante do oxigênio e de medicamentos para broncodilatar as vias respiratórias.

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Desde 2023, dona Maria vem sendo acompanhada com oxigenoterapia domiciliar, tratamento essencial para manter sua qualidade de vida. Durante esse período, surgiu a necessidade de um equipamento que garantisse maior mobilidade no dia a dia, já que o uso contínuo do oxigênio limita suas atividades fora de casa. Diante desse cenário, o pedido do suporte foi formalizado e, graças à parceria com a empresa Inove, que se uniu à Prefeitura de Várzea Grande nessa causa, foi possível realizar a doação do suporte de oxigênio portátil.

Para a prefeita Flávia Moretti, histórias como a de dona Maria reforçam o compromisso da gestão em cuidar das pessoas e acolher as necessidades individuais da população.

“Nosso trabalho vai além das grandes obras. É olhar para cada história, cada vida, cada necessidade. Atender à dona Maria é um ato de amor e de respeito pela vida. Continuaremos trabalhando para que mais pessoas tenham dignidade e qualidade de vida”, destacou a prefeita.

O gesto, além de transformar a rotina de dona Maria, também reafirma o compromisso da gestão municipal com políticas públicas que humanizam o cuidado e aproximam a prefeitura da população.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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