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Várzea Grande participa de congresso nacional sobre infraestrutura e saneamento

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O encontro debateu os avanços e os desafios da implementação do Marco Legal do Saneamento (Lei nº 14.026/2020), que prevê a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti e o vice-prefeito, Tião da Zaeli – ambos do PL – estiveram em Brasília acompanhada pelos secretários Celso Pereira (Viação e Obras) e Lucas Ribeiro Ductievicz (Serviços Públicos e Mobilidade Urbana), além da secretária de Governo, Carol Mello e da assessora especial Regiane Froes, para participar do 1º Congresso de Infraestrutura, Limpeza Urbana e Saneamento (ALUBRÁS).

O encontro reuniu gestores públicos de todo o país, representantes de órgãos federais, instituições de controle, especialistas e sociedade civil para debater os avanços e os desafios da implementação do Marco Legal do Saneamento (Lei nº 14.026/2020), que prevê a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033.

Entre os temas debatidos estiveram:

• inovação nas contratações públicas

• sustentabilidade na gestão de resíduos sólidos

• transparência e controle social

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• fortalecimento da regulação e segurança jurídica para investimentos

A prefeita Flávia Moretti destacou a importância da participação de Várzea Grande em espaços de debate nacional. “É um momento de aprendizado e de troca de experiências que contribui para a construção de políticas públicas mais eficientes e sustentáveis, garantindo avanços concretos para a nossa população”, afirmou.

Com apoio do governo federal e da Caixa Econômica Federal, o congresso se consolidou como espaço estratégico para mobilização de investimentos e fortalecimento da infraestrutura em todo o país, completou a prefeita.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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