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Várzea Grande se prepara para implantar Botão do Pânico em unidades de saúde

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Garantir mais segurança para quem dedica a vida ao cuidado da população. Com esse objetivo, representantes da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande participaram, nesta semana, de uma capacitação realizada no Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP), voltada à implantação do projeto Botão do Pânico, iniciativa integrada ao programa Vigia Mais MT.

Participaram do encontro a subsecretária de Saúde, Luíza Boabaid, além das superintendentes das Atenções Primária, Secundária e Terciária e da Vigilância em Saúde. A capacitação reuniu gestores municipais e representantes da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) para apresentar o funcionamento da ferramenta e discutir as etapas de implantação nos municípios contemplados, entre eles Várzea Grande.

O projeto prevê a disponibilização do Botão do Pânico para profissionais da saúde, especialmente aqueles que atuam em unidades de maior vulnerabilidade, como Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais. A ferramenta permitirá o acionamento rápido das forças de segurança em casos de ameaça, agressão ou situações de risco durante o atendimento.

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Segundo a subsecretária de Saúde, Luíza Boabaid, a iniciativa representa um importante avanço na proteção dos trabalhadores da saúde.

“Cuidar da segurança dos nossos profissionais também é cuidar da qualidade da assistência prestada à população. Participar dessa capacitação nos permite planejar a implantação da ferramenta de forma responsável e integrada com a Segurança Pública, garantindo mais tranquilidade para as equipes que atuam diariamente na linha de frente do atendimento.”

A implantação do projeto será realizada de forma gradual e contará com capacitação das equipes, definição dos modelos de utilização — por aplicativo ou dispositivo físico — e integração com a rede de monitoramento da Segurança Pública. A expectativa é fortalecer as políticas de proteção aos trabalhadores da saúde e proporcionar ambientes de trabalho mais seguros em Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

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A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

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Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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