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Visita ao CER II destaca avanços e reforça necessidade de investimentos na Saúde  

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Gestora aproveitou a cortesia para reforçar a importância do apoio parlamentar para viabilizar melhorias estruturais

A Secretária Municipal de Saúde, Deisi Bocalon, acompanhou, na tarde desta sexta-feira (20), uma visita informal do deputado federal Rodrigo da Zaeli, e do vereador Caio Cordeiro, ambos do PL, ao Centro Especializado em Reabilitação (CER II). A visita teve por objetivo apresentar a estrutura da nova unidade, os investimentos já realizados, e ainda aproveitaram para tratar das principais demandas da rede pública municipal de saúde.

Durante a visita, os parlamentares conheceram os espaços do CER II. Recém-entregue pela atual gestão, a unidade dispõe de um ambiente adequado e equipamento voltado ao atendimento de pacientes em processo de reabilitação. A unidade representa um importante avanço na oferta de serviços especializados no Município, já que pela primeira vez o CER é realmente acessível a quem mais precisa.

Na ocasião, também foram apresentadas as ações de reestruturação da rede básica de saúde, incluindo intervenções físicas em unidades dos bairros José Carlos Guimarães, 24 de Dezembro e Souza Lima.

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Durante a visita, uma profissional da unidade elogiou a postura da gestão em ouvir e atender, de pronto, parte de demandas importantes para o setor da fisioterapia. “Protocolamos uma solicitação de alguns itens como espelho na certeza de que não iria ser atendido. Um dia antes da inauguração os espelhos chegaram, eu fiquei muito feliz. Pode ser algo simples, mas para a terapia é essencial. Existe de fato um olhar sensível”, comentou Daniela Rizalde.

ARTICULAÇÃO – Durante o encontro, a secretária Deisi também apresentou aos parlamentares a realidade de outras unidades de saúde do Município.

“Apesar dos avanços, ainda temos unidades com estruturas físicas defasadas, que não atendem aos critérios necessários para habilitação junto ao Estado. Isso acaba limitando o acesso a novos recursos e investimentos. Torna-se um ciclo vicioso que nos prejudica muito”, destacou.

A gestora reforçou a importância do apoio parlamentar para viabilizar melhorias estruturais. “Estamos buscando apoio por meio de emendas parlamentares para garantir recursos destinados à reforma e requalificação dessas unidades. Essa adequação é fundamental para ampliar a capacidade de investimento e assegurar um atendimento mais digno à nossa população”, afirmou.

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A visita reforça a importância do diálogo entre o Executivo municipal e o Legislativo na construção de soluções que fortaleçam a rede pública de saúde em Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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