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Vistoria anual começa com foco na segurança e regularização

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Ação é obrigatória e pode ser feita até o dia 11 de março, na sede da secretaria, no Paço Municipal

A secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana de Várzea Grande iniciou a vistoria anual obrigatória para táxis e vans escolares. O procedimento, que segue até 11 de março, tem como objetivo garantir a segurança e a regularização dos veículos que prestam serviços de transporte de passageiros no Município. A ação é regulamentada pela Portaria Nº 007/2025 e ocorre na sede da secretaria, localizada no Paço Municipal.

Divino Mendes Teixeira, presidente do Sindicato dos Taxistas de Várzea Grande, destacou a importância da vistoria para a segurança dos passageiros e a regularidade dos veículos. “Para nós, o importante da vistoria é principalmente para o passageiro que usa o táxi. Com os veículos em dia o passageiro tem maior segurança e conforto nessa prestação de serviço”, afirmou. Ele ainda ressaltou que acredita na adesão dos taxistas ao processo: “Aqui, acho que nunca tivemos um problema com a vistoria, a vistoria é nossa, e eu acredito que até o final do mês está tudo feito”.

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Já Fábio Rodrigo Rubinho, fiscal municipal de trânsito da secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, explicou que a primeira etapa do processo consiste na verificação da documentação dos motoristas. “Essa primeira etapa é a parte de documentação. Eles vêm, pagam os documentos, é feita toda uma seleção e validação”, disse. Ele também enfatizou a importância de cumprir os prazos estabelecidos, que vão até 11 de março, para evitar penalidades.

Rubinho ainda destacou o compromisso da prefeitura em garantir a qualidade do serviço prestado à população. “Nós estamos empenhados, através da prefeita Flávia, em prestar serviço de qualidade e de excelência. Hoje temos uma das frotas mais novas de táxi do Brasil, mas queremos ser mais incisivos, principalmente com as vans escolares, que transportam nossas crianças”, afirmou. Ele ressaltou que a fiscalização será rigorosa, com ações no aeroporto, nos pontos de táxi e nas escolas.

DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA E PENALIDADES – Os motoristas devem apresentar documentos no dia da vistoria. Para vans escolares, são exigidos CRLV 2024/2025, CNH válida, comprovante de residência atualizado, curso de transporte escolar, relação de alunos, cópia do Alvará 2025, tacógrafo, comprovante de pagamento do ISSQN e taxa de vistoria. Já os taxistas precisam apresentar CRLV 2024/2025, CNH válida, comprovante de residência, cópia do Alvará 2025 e comprovante de pagamento da taxa de vistoria.

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Aqueles que não realizarem a vistoria dentro do prazo estabelecido poderão sofrer sanções administrativas, incluindo a suspensão da autorização para circulação do veículo até a regularização da situação.

A vistoria anual é uma medida essencial para garantir a segurança dos passageiros e a qualidade dos serviços de transporte em Várzea Grande. Com a adesão dos motoristas e a fiscalização rigorosa da prefeitura, a expectativa é que a cidade continue oferecendo um transporte público e privado seguro e eficiente para todos os cidadãos.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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