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Mirassol goleia Ceará por 3 a 0 e sonha com vaga direta na Libertadores

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O Mirassol deu um passo importante rumo à fase de grupos da Copa Libertadores de 2026 ao golear o Ceará por 3 a 0, nesta segunda-feira, no Estádio Campos Maia, em partida válida pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com um desempenho dominante, a equipe paulista garantiu um resultado que a aproxima ainda mais do objetivo continental.

Com a vitória, o Mirassol alcançou os 63 pontos na tabela, consolidando-se na quarta posição e abrindo uma vantagem de cinco pontos sobre o Botafogo, o quinto colocado. Para o Ceará, a derrota representa o segundo revés consecutivo, mantendo o time na 14ª colocação, com 42 pontos, e ligando o alerta na reta final do campeonato.

O jogo

O Mirassol não demorou a abrir o placar, mostrando sua força ofensiva logo nos primeiros minutos. Aos dois minutos de jogo, após um afastamento imperfeito da defesa do Ceará, Negueba aproveitou o rebote e finalizou com precisão para balançar as redes, marcando o primeiro gol.

Ainda na primeira etapa, aos 22 minutos, Reinaldo ampliou para os donos da casa. O lateral-esquerdo surpreendeu o goleiro Bruno Ferreira com uma cobrança de falta pela direita que encontrou o fundo do gol, aumentando a vantagem do Mirassol.

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O terceiro gol da equipe paulista veio aos 30 minutos do segundo tempo, em uma pintura de Alisson. O jogador recebeu a bola na entrada da área e desferiu um belo chute colocado, no ângulo, sem chances para o goleiro do Ceará. O time cearense tentou reagir logo em seguida, com Fabiano Souza, mas o chute parou na trave do goleiro Walter, impedindo o gol de honra.

Próximos confrontos

O Mirassol terá mais um desafio fora de casa pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, enfrentando o Vitória no Barradão, em Salvador, no sábado, 29 de novembro, às 16h. Já o Ceará buscará a recuperação diante de sua torcida, recebendo o Cruzeiro na Arena Castelão, em Fortaleza, também no sábado, 29 de novembro, às 20h30.

FICHA TÉCNICA

MIRASSOL 3 x 0 CEARÁ

  • Competição: 35ª rodada do Campeonato Brasileiro
  • Local: Estádio Campos Maia, em Mirassol (SP)
  • Data: 24 de novembro de 2025 (segunda-feira)
  • Horário: 19h (de Brasília)

Cartões Amarelos:

  • Ceará: Fabiano Souza, Willian Machado
  • Mirassol: Jemmes, Walter

Arbitragem:

  • Árbitro: Lucas Casagrande
  • Assistentes: Bruno Boschilia e Luis Carlos de Franca Costa
  • VAR: Rodrigo Nunes de Sa
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Gols:

  • Mirassol: Negueba, aos 2 minutos do 1º tempo
  • Mirassol: Reinaldo, aos 22 minutos do 1º tempo
  • Mirassol: Alesson, aos 30 minutos do 2º tempo

MIRASSOL: Walter; Lucas Ramon, João Victor, Jemmes e Reinaldo; José Aldo (Roni), Danielzinho e Gabriel (Chico Kim); Negueba (Alesson), Carlos Eduardo (Yago Felipe) e Chico da Costa (Cristian).

CEARÁ: Bruno Ferreira; Fabiano Souza, Marcos Victor, Willian Machado e Rafael Ramos (Aylon); Diego (Matheus Araújo), Vinicius Zanocelo e Lucas Mugni (Lourenço); Matheus Bahia, Pedro Henrique (Fernandinho) e Galeano (Paulo Baya).

Fonte: Esportes

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Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

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O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

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Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

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Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni

Fonte: Esportes

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