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10ª Zona Eleitoral inicia projeto para fomentar o engajamento político juvenil em Rondonópolis

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A 10ª Zona Eleitoral de Rondonópolis deu um passo firme em direção ao fortalecimento de sua democracia local ao lançar o “Projeto Jovem Eleitor” nesta terça-feira (12/09). A iniciativa visa incentivar o alistamento de jovens na faixa etária de 15 a 17 anos e também estimulá-los a participar ativamente das discussões políticas da cidade e das escolhas de seus representantes políticos.

Uma das características mais notáveis do Projeto Jovem Eleitor é sua abordagem ativa nas escolas estaduais de Rondonópolis. Uma equipe de servidores da 10ª Zona Eleitoral visitará 30 escolas estaduais, atingindo aproximadamente 10 mil estudantes. Durante essas visitas, que deverão ocorrer até abril de 2024, a Justiça Eleitoral criará estruturas de atendimento no local, proporcionando aos jovens eleitores em potencial a oportunidade de se registrar e compreender todo o processo eleitoral.

O juiz da 10ª Zona Eleitoral, Rhamice Ibrahim Ali Ahmad Abdallah, destacou a importância dessa iniciativa ao afirmar: “Ao alcançar a faixa etária de 15 a 17 anos, os adolescentes estão em um estágio crucial de desenvolvimento de sua identidade cívica e visão de mundo. O Projeto Jovem Eleitor busca garantir que esses jovens eleitores compreendam que suas escolhas nas urnas têm um impacto direto nas políticas e na qualidade de vida em Rondonópolis. Essa abordagem in loco é uma maneira eficaz de levar o processo eleitoral diretamente aos jovens, tornando-o acessível e compreensível. Queremos estimular esse público a se envolverem com a política desde cedo”.

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A Escola Marechal Dutra foi a primeira a receber o Projeto e uma de suas alunas, Fernanda Barbosa de 15 anos, aproveitou a presença da equipe do cartório eleitoral e tirou a primeira via do título de eleitor. “Estou feliz em tirar o título que era algo que queria há tempo e não tive coragem, tinha receio. E receber a Justiça Eleitoral na minha escola facilitou. Agora poderei votar nas próximas eleições”.

A presidente do TRE-MT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, também enfatizou a importância de iniciativas voltadas a fomentar o engajamento político das futuras gerações. “O ‘Projeto Jovem Eleitor’ é mais do que apenas uma iniciativa local e deve ser visto como um investimento na próxima geração de líderes e cidadãos responsáveis. A Justiça Eleitoral já desenvolve o Programa Voto Consciente desde 2011, e entendo que o Projeto Jovem Eleitor vem para somar”.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PraTodosVerem: Imagem com fundo da urna eletrônica no formato transparência, contendo de forma centralizada à direita uma faixa roxa com os dizeres Projeto Jovem Eleitor e logo abaixo outra faixa na cor amarela com os dizeres #BoraVotar. Na parte à esquerda da imagem a foto de duas estudantes. Elas estão segurando o título de eleitor e uma delas faz o sinal de “positivo”. Na parte debaixo da imagem uma faixa branca e nessa faixa à direita consta a logo do TRE-MT. 

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Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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