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A imunização é uma prioridade em Mato Grosso, afirma promotor de Justiça

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O promotor de Justiça Milton Mattos, que atua na defesa da Saúde, afirmou que a imunização da população é uma prioridade no Estado de Mato Grosso e demais órgãos públicos.

“Todos os promotores de Justiça desse Estado têm o dever de trabalhar em prol da imunização, de fortalecer, fiscalizar e ser parceiro dos secretários e dos prefeitos para ajudar de alguma forma nesse processo de imunização. A população quer que o Ministério Público atue na saúde, as pessoas precisam de saúde”, destacou.

A declaração do promotor foi feita durante a cerimônia que premiou os 31 municípios de Mato Grosso, nesta quinta-feira (20.3), com os melhores desempenhos no programa Imuniza Mais MT.

Mattos ressaltou ainda que a premiação é fundamental para prestigiar os municípios com os melhores desempenhos, mas também para motivar os que não conseguiram atingir as metas e serem contemplados na próxima edição do programa Imuniza Mais MT. “Aqueles municípios, que não estão na premiação, podem se sentir motivados a melhorar [sua cobertura vacinal]”, disse.

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O promotor parabenizou que o programa, executado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), é uma iniciativa contínua. No Ministério Público, Milton apontou que a imunização e a Atenção Básica à Saúde são prioridade no planejamento estratégico do órgão.

Na cerimônia, ele também citou estudos que atestam que o método mais eficiente para que as pessoas voltem a se vacinar é o trabalho do Agente Comunitário de Saúde, profissional ligado às Prefeituras Municipais.

“Esses trabalhadores fazem campanha de vacinação nos fins de semana, nas escolas, nas empresas, nas aldeias. É difícil dizer não para um agente comunitário de saúde que vai na sua casa e fala ‘o senhor você poderia levar seu filho para vacinar?’. As pessoas não dizem não para um agente comunitário de saúde. Esses profissionais, que trabalham no sol, dia a dia, tem o respeito com certeza do Ministério Público”, apontou.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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