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Ação conjunta da Polícia Civil prende mulher por tráfico de drogas

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Uma ação conjunta entre duas unidades da Polícia Civil de Mato Grosso culminou na prisão de uma mulher pelo crime de tráfico de drogas. A ação policial foi realizada nesta sexta-feira (6.2), em cumprimento de mandado de prisão preventiva, após troca de informações entre a Delegacia de Rosário Oeste e a Delegacia de Cáceres (1ª DP). O mandado foi expedido pela Vara Única, da Comarca de Rosário Oeste.

A jovem, de 19 anos, era investigada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Rosário Oeste, por ter ligação a uma facção criminosa atuante na região de Rosário Oeste.

As investigações iniciaram em 2024, sendo deflagrada a primeira fase da Operação Devastate em agosto de 2025, com cumprimento de 58 ordens judiciais. A segunda fase ocorreu dois meses depois, com o cumprimento de outras 28 e a terceira fase foi desencadeada dia 3 de fevereiro deste ano, com o cumprimento de 65 ordens judiciais, uma delas em desfavor da jovem.

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“Polícia Civil de Mato Grosso é só uma. Onde o investigado estiver, será identificado e preso”, enfatizou o delegado da 1ª DP de Cáceres, Mauro Apoita.

Após a prisão, a investigada foi conduzida à Delegacia, onde seriam tomadas as medidas legais cabíveis e, posteriormente, colocada à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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