MATO GROSSO

Ação integrada da PM e PRF apreende 370 quilos de drogas em Alto Garças; prejuízo às facções é de R$ 3,5 milhões

Publicado em

Uma operação integrada dos policiais militares do 15º Batalhão junto da Polícia Rodoviária Federal apreendeu, nesta sexta-feira (28.2), 370 quilos de entorpecentes escondidos em um caminhão, no município de Alto Garças.

Ao todo, foram apreendidos 230 quilos de skunk (super maconha), 57 quilos de pasta base e 67 quilos de cocaína. A apreensão da droga gerou um prejuízo de R$ 3,5 milhões às facções criminosas. Três pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes receberam informações sobre o transporte de uma grande quantidade de entorpecentes, que estariam escondidas em um caminhão, na BR-364. Diante da denúncia, os agentes intensificaram o policiamento e abordaram condutor de um veículo de carga.

Em busca veicular, as equipes encontraram diversas caixas com as drogas camufladas em uma carga de mudanças de móveis e objetos. Questionando sobre os ilícitos, o suspeito alegou que receberia R$ 50 mil pelo transporte.

Leia Também:  Polícia Civil identifica criança por ato análogo a furto de bicicleta em Barra do Garças

Ainda conforme a denúncia, havia um veículo modelo Gol realizando escolta do caminhão. As equipes identificaram o carro e abordaram um homem e uma mulher. Ambos apresentaram diversas informações contraditórias, mas alegaram que receberiam R$ 5 mil pela função.

A carga, os veículos e os suspeitos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Polícia Civil prende homem por exploração sexual de criança e adolescente em Paranatinga

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Polícia Civil apreende veículo proveniente de crime de estelionato

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA